Fantástico mente em reportagem sobre lixo e alagamentos
Atualizado em 21 de fevereiro de 2010 às 17:38 | Publicado em 21 de fevereiro de 2010 às 16:49
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uciana Rotondi: "A matéria do Fantástico faltou com a verdade e reproduziu o discurso do Kassab e do Serra, que vira e mexe responsabilizam a população pelas enchentes, terceirizando a culpa"
Na reportagem, às 8h as ruas do Bom Retiro estão limpas. Freqüentemente, porém, a realidade é esta: montes de lixo. A foto, tirada por Luciana, no dia 12 de dezembro às 8h, foi passada para o laptop do repórter.
por
Conceição Lemes
Domingo retrasado, 7 de fevereiro, oFantásticoexibiu a reportagem
Câmera registra como o lixo provoca alagamentos. Repórter, Maurício Ferraz. Cenário de parte dela, o Bom Retiro, bairro da região central da cidade de São Paulo, conhecido pelas confecções e comércio de roupas.
Selecionamos alguns trechos:
Para ver exatamente como o lixo se acumula, ficamos 14 horas de plantão no Bom Retiro.... O caminhão de lixo passa depois que as lojas fecham. De manhã, as ruas estão limpas. Mas, aos poucos, aparece um saco de lixo aqui, outro ali. Quatro horas depois, a sujeira já toma conta de vários lugares. ...
E um catador de lixo faz a maior sujeira. “O lixo que sobra, o caminhão passa e pega. É muito lixo, mas não é só meu”, conta o catador de lixo Adriano Cabral. ...
Os garis fazem o que podem, mas reparem: o que recolheu volta para a rua de novo, dentro de um saco plástico, à espera do caminhão de lixo. ...
Os bueiros já não dão mais conta. O lixo vai parando e a água vai ficando represada... É impressionante como a água sobe rapidamente. Em menos de dez minutos o trânsito para. Parece que estamos num rio. ....
Com uma câmera especial, o Fantástico registrou também como ficam os bueiros, depois dos temporais. No Bom Retiro, é tanta sujeira, tanto retalho de tecido, que fica evidente o que vai acontecer na próxima chuva. Fazemos uma blitz em vários pontos da capital paulista, e a situação é parecida.
“DEI FOTOS COM A SITUAÇÃO REAL, O FANTÁSTICO IGNOROU”
“A reportagem doFantásticodistorce a realidade, colocando a culpa em lojistas, catadores de lixo e a população em geral. Nenhuma crítica é feita à péssima coleta de lixo da Prefeitura, que é a responsável pelo serviço”, afirma Luciana Rotondi. “E não foi por desconhecimento. Eu mesma dei informações e fotos ao repórter, provando o que acontece de fato no Bom Retiro. Nada foi usado.”
Luciana Rotondi é advogada. Há sete anos trocou a profissão (“Cansei!”) pela gerência da loja de bijuterias, que fica no coração do bairro – a rua José Paulino. De segunda a sábado, às 8h, ela já está lá. Inclusive no dia 4 de fevereiro, quando cruzou com um cinegrafista da Globo, depois com o restante da equipe.
“Como estávamos sem energia desde a tarde anterior devido à chuva forte, saí para dar uma volta. Nessa hora, encontrei o cinegrafista da Globo. Parei para conversar”, relembra. “Disse-lhe que achava muito bom que filmassem as mazelas do Bom Retiro. Também que, diferentemente daquele dia que tudo estava limpinho, é comum as ruas estarem imundas logo pela manhã e que eu tinha fotos, feitas no meu celular, com data e horário, mostrando a situação real.”
“Em seguida, o repórter veio até a loja me solicitar as fotos, disse que estavam ótimas e pediu para passá-las para o seu micro”, prossegue. “Contei que, em dezembro, a coleta da rua tinha sido péssima e que em janeiro ainda estava ruim...Também que de agosto a dezembro ganhava um prêmio quem encontrasse um gari nas ruas do bairro.”“Eles saíram da loja agradecendo, disseram que as minhas reclamações eram as mesmas de outras ouvidas pelo bairro”, continua Luciana. “Pedi apenas que apresentassem a coisa como realmente ela é... Eles disseram que iriam fazer isso, mas não sabiam como ela iria ao ar... Fiquei, sim, com uma ponta de esperança de que a Globo fosse apresentar a realidade. Não foi o que aconteceu.”As lojas fecham entre 17h30 e 18h. O caminhão de lixo não passa logo depois como dá a entender a reportagem. “Já fiquei lá várias vezes até 19h, nunca o vi”, frisa. “No início de fevereiro, o site da empresa que faz a coleta informava que era às 23h30. Um absurdo. Atualmente consta 4 da madrugada. Outro absurdo. O ideal é que passasse às 18h. Além de evitar que o lixo se espalhe, já não há mais trânsito na região. ”Às 8h, as ruas não estão limpas como é dito na matéria. Frequentemente nesse horário já estão com quantidades enormes de lixo. “Talvez a Prefeitura, sabendo que a Globo iria lá, resolveu mascarar um pouco o que acontece no dia a dia”, suspeita.“O fato é que, em sete anos de Bom Retiro, nunca vi tanto alagamento nem tanto lixo acumulado nas ruas. Tem de haver uma explicação séria para isso, para buscar soluções”, ressalta Luciana. "Esse, no meu entender, seria o mote para uma reportagem honesta. Não foi. A matéria doFantásticofaltou com a verdade e reproduziu o discurso do prefeito Gilberto Kassab e do governador José Serra, que vira e mexe responsabilizam a população pelas enchentes, terceirizando a culpa. Lamentável.”
Depois das reclamações de muitos lojistas, inclusive de Luciana, o serviço de coleta de lixo passou na rua José Paulino. Horário: meio dia.
Tudo na vida cumpre um propósito. E qual seria a função da música? Qual é o parafuso correspondente à arte musical nas engrenagens do maquinário maluco que é a nossa realidade?Para quê serve a arte? Você já parou para pensar nisso?Vamos tornar as coisas um pouco mais simples. Vamos reformular a pergunta a partir do principal assunto desta coluna: para quê serve a música?Quando eu faço esta pergunta para as pessoas (geralmente com a intenção de ensinar alunos ou de esculachar chatos), recebo dois tipos de resposta: 1)
"música serve para divertir" e 2) "música serve para expressar os sentimentos".Veja bem: a música de fato cumpre estas duas funções. Mas estas são funções secundárias; se música se resumisse a apenas estas duas colocações, teríamos um cenário cultural ainda mais sombrio e desqualificado do que o que temos hoje. Isto é igual a você contratar um arquiteto para projetar a sua casa: ele vai conceber o projeto e vai colocá-lo no papel. Quando você diz que a música serve para expressar sentimentos ou divertir, é a mesma coisa que dizer que a função do arquiteto é fazer desenhos no papel.A música enquanto arte é concebida de certas formas que transcendem o processo auditivo. É preciso muito raciocínio para conceber música que seja também uma obra de arte.Algumas pessoas associam atividades de raciocínio a resultados frios e sem sentimentos. Ó cacete, isto é um mito que precisa ser embrulhado e jogado privada abaixo. Ouça uma peça do Bach. É comum ver pessoas comentarem como a música de Bach é bonita e emocionante. Tudo bem, eu concordo, Bach pode ser emocionante. Mas Bach também era absolutamente racional quando escrevia suas peças. O contraponto em Bach é extremamente calculado, e de repente isto resulta em uma música que as pessoas consideram emocionante. Mas o que traz valor à esta música não é apenas o fato de ser emocionante, é o fato de ser solidamente construída.Ora, mas porque estou enchendo o seu saco falando essas coisas? Simples: você pode se deparar com verdadeiras obras de arte ao longo de sua vida e julgar tudo um lixo. Você pode escutar uma peça que no futuro será analisada como uma das grandes obras do século e falar que é ruim. Só porque... soa feio.Sim, a arte pode ser "feia". E o feio pode ser bonito. E o bonito pode ser feio. Porque o que você acha bonito é o que você aprendeu que é considerado bonito. Mas muitas vezes esse bonito é artisticamente feio, é brega. Muitas vezes o que é feio na verdade só é estranho. E o estranho pode ficar bonito, freqüentemente é questão de você se acostumar. Ou às vezes o bonito é bonito, o feio é feio e ambos são arte de altíssima qualidade.Aí vem a pergunta que não quer calar: "mas se o feio pode ser bonito e o bonito pode ser feio, como vou poder dizer se uma música é boa ou ruim?"Santa pretensão! Porque esse desejo de associar o gosto a tudo o que é bom? Porque o desejo de dar sempre um parecer? Você quer ser refinado? Quer ser chique? Quer ser uma "referência" no assunto e escrever artigos para a revista Veja? Você pode ser tudo isso e continuar não entendendo nada de música ou de arte; basta ter dinheiro, bons contatos e manter a pose. Muitas pessoas "cultas" não entendem nem de arte, nem de nada. As colunas sobre arte dos jornais e revistas são na maior parte das vezes vitrines de mediocridade, chafarizes de verborragia produzidos para afastar as pessoas da arte. Essas pessoas "cultas" querem tornar a arte um luxo, um símbolo de status para as elites. Esqueça isso.Se seu desejo é compreender música de forma sincera, eu te digo o seguinte: para julgar se uma composição é "boa" ou "ruim", é necessário um aparato intelectual. É necessário que você estude não só a técnica da música, mas também a sua linguagem e sintaxe. É preciso que você consiga analisar uma partitura. Resumindo: é necessário estudar música profundamente.Freqüentemente, as obras musicais apresentam aspectos que podem ser considerados positivos ou negativos. Isto depende de quem analisa a música. Procure por obras onde os aspectos positivos são apontados de forma unânime por artistas, acadêmicos, críticos e especialistas com boa formação teórica. Lembre-se também que a unanimidade pode errar. Nunca acredite nas coisas por completo, escute os argumentos e reflita sobre eles. Um bom jeito de você escolher o que escutar é ler artigos sobre música e ouvir opiniões de pessoas que conhecem e estudam música. Claro que se você estudar música também, isso não fará mal algum. Quanto mais você se dedicar a entender as coisas que você gosta, melhor será o seu julgamento. Mas não pense que um dia você saberá tudo sobre música ou arte. Isto é uma ilusão. Isto nunca vai acontecer. Suspeite sempre de quem dá uma de "enciclopédia ambulante".Muitas vezes estas pessoas passam informações erradas ou imprecisas. Parte do que elas falam pode corresponder a informações verdadeiras, porém nunca aceite uma informação sem confirmar tudo por si próprio através de pesquisas.Para você confiar no que estou dizendo, vou deixar bem claro: eu não sei tudo.Eu não sei tudo !! (Note que eu não respondi para quê serve música. Deixo isso pro próximo artigo, para criar suspense, que nem novelinha. Mas vá pensando aí. Para quê serve música?
Na semana passada, após observar alguns esboços de composição e manuscritos nos quais eu trabalhava, eu ouvi uma pergunta (não foi a primeira vez e com certeza não será a última) que na minha opinião revela-se sintomática de um impasse entre o artista e seu público (se é que podemos afirmar que ainda existe um público).A pergunta foi: “qual é o objetivo disso?”Se esta pergunta fosse direcionada a mim há 5 anos atrás, eu a tomaria como uma ofensa: “o que este cara está querendo dizer com isso? Que meu trabalho é inútil? Que música é inútil? Quero dar uma porrada nele. Grrr”.Para ser honesto, dependendo do tipo de pessoa que me pergunta isso (e do tom de voz), eu realmente fico com vontade de falar umas coisas deselegantes. Porém, a pessoa que me fez esta pergunta realmente estava curiosa, querendo entender que tipo de motivação faz uma pessoa dedicar parte de seu tempo livre a ficar rabiscando um pedaço de papel (considerando que não haverá retorno financeiro e nem mesmo intérpretes para tocar a música).A resposta é: porque é preciso. É necessário. Agora, necessário à sociedade? Claro que não, a sociedade não está nem aí para a arte. Não é necessário para ninguém, exceto para o artista. O processo criativo, para mim, está inevitavelmente ligado a uma sensação de inconformismo, a uma necessidade de ouvir uma música que não existe (ou que ainda não foi escutada). Se procuramos por esta música e ela não pode ser encontrada em coleções, discografias, partituras ou bibliotecas, temos que escrevê-la.Isto vai de encontro com uma diretriz didática na qual eu acredito: aprender música é aprender a ouvir música. A notação, técnicas instrumentais e a teoria elementar são apenas técnicas. Há quem acredite que aprender música é aprender somente a técnica. Então, aprender uma língua estrangeira é aprender somente as palavras? Parece correto à primeira vista, mas só se aprende uma língua nova se você estiver submerso no ambiente onde se fala aquela língua. Você aprende ouvindo. (É claro que a técnica faz parte do aprendizado, mas não constitui a totalidade do conteúdo que deve ser aprendido).Música também se aprende ouvindo. Na verdade, é óbvio, é tão óbvio que dá vontade de pintar isso num zepelim e sobrevoar Copacabana.Para quê serve a música, enfim? A música cumpre a mesma função que as pirâmides, a literatura, as pinturas rupestres, os esboços de Da Vinci, a formulação da teoria da relatividade e as partidas de xadrez: essas coisas todas são o patrimônio intelectual da humanidade. Todas estas obras refletem a inteligência do seu tempo. A obra de arte deve ser valorizada porque ela imortaliza uma fração do pensamento de quem a produz. E imortaliza o tempo.A inteligência de Eistein perdura, mesmo que Eistein não exista mais. Assim como a inteligência de Da Vinci, Mozart, Goethe, Platão, Haydn, Gesualdo. É a inteligência desses indivíduos que enriquece o legado do homem. É esta inteligência que apreciamos em suas obras, não as “biografias romanceadas”.É por isso que devemos produzir arte apoiados na razão. A emoção pode fazer parte do processo criativo, mas são diretrizes racionais que devem engendrar uma obra. A obra de arte precisa ser um produto de nosso tempo; ela representará a nossa era no futuro.Vamos ilustrar este pensamento da seguinte maneira: imagine que o homem sumiu da face da Terra (digamos, em 10.000 anos) e só sobraram as obras de arte. Estamos partindo do princípio de que os deuses que governam o destino do mundo gostam mais da arte do que dos homens, e por isso deixaram as obras serem conservadas. Então ETs descem na Terra e decifram as obras: peças de Beethoven, Stravinsky, Bach, Monteverdi... filmes de Hitchcock e Chaplin... o Werther de Goethe, Memórias Póstumas de Machado de Assis...Os ETs datam as obras e pensam: “cacildis!* Aqui viveu um povinho cabuloso nesses períodos que a gente está catalogando”. Então, de repente, eles descobrem as obras do final do século XX e início do século XXI...E aí? O que será que eles vão pensar de nós?Você pode supor que eles nos achariam uns xexelentos por causa das porcarias de cultura de massa que eles encontrariam. Então, que tal dar uma chance à arte contemporânea? Procure conhecer a música de seu tempo. Ou a arte de seu tempo, tanto faz. Veja se esta arte te representa. Se não te representa, crie algo que manifeste a sua expressão. Estude para ter os meios (e a técnica) para isso, se for necessário. E prepare-se para produzir muita coisa ruim antes de sair algo que preste.
( depois de ler esta matéria se você se interessar pela aquisição de vinis, fale comigo... fui dono de loja de ( Avdio Video Circvs, ficava no alto da AV.Rebouças quase com a AV. Paulista....) e tenho a dita loja trancada e o material pronto pra venda .consulte.me via personal message .. vai que o que você procura procura está lá.... Wagner
Por Thiago NeySeria exagero dizer que o vinil vai tirar a indústria fonográfica do buraco, mas dá para afirmar que a bolacha preta está salvando o mês de boa parte dos lojistas de São Paulo.Fábrica de vinil no Rio quer exportar ao Mercosul Veja, por exemplo, a Baratos Afins, que há 31 anos é um dos principais destinos paulistanos para quem quer conhecer e comprar música: “Hoje 80% do meu faturamento vem das vendas de vinil”, afirma Luiz Calanca, o proprietário da loja.“Estou me sustentando porque sempre tive um acervo grande de vinil. Está muito difícil vender CD”, aponta.A situação é parecida na tradicional Ventania Discos. “Também vendemos CDs, mas é menos importante. O que faz girar a nossa receita é a venda de vinil”, diz Alcides Campos.Impossibilitados de competir com os CDs piratas e com os download gratuitos, lojistas se apoiam no fetiche, no saudosismo e na curiosidade suscitados pelos LPs.“O CD perdeu o glamour”, opina Calanca. “Recebo uma parcela de clientes jovens. Mas a maioria são colecionadores e DJs. Eles compram bastante coisa de rock e de black music”, diz Carlos Galdy, da Disco 7.“Muita gente começou a ouvir vinil de quatro, cinco anos para cá e passou a procurar discos nesse formato. Há os curiosos e há aqueles mais velhos, os saudosistas dos anos 1970 e 1980″, brinca Alcides, que completará 25 anos com sua Ventania em 2010.O preço de um vinil nas lojas varia de R$ 2 (um usado em estado não muito bom) a R$ 70 (um importado novo).“O vinil é item complementar, não é o centro das atenções”, diz Rodrigo de Castro, gestor de acervo de música da Livraria Cultura. Ele afirma que discos de Amy Winehouse (“Back to Black”) e Radiohead (“In Rainbows) foram os campeões de venda da loja no ano –200 cópias cada um. “Para nós, é um bom negócio, porque ocupa pouca estrutura e traz um faturamento razoável.”Não é apenas no Brasil que esse nicho está sendo resgatado. Nos Estados Unidos, as vendas de vinil subiram 35% em 2009 em relação a 2008 –até novembro, foram vendidos 2,1 milhões de LPs no país.A EMI lançará no formato, em 2010, toda a discografia da Legião Urbana. Já a Sony colocou nas lojas a série “Meu Primeiro Disco”, com LPs de gente como João Bosco e Chico Science & Nação Zumbi. Com a reabertura da fábrica de vinil de Belford Roxo (veja texto), outras gravadoras, como a Som Livre, devem preparar lançamentos.“O vinil não vai mais ter um mercado muito grande”, diz Leonardo Ganem, presidente da Som Livre. “Mas vamos fazer investimentos pontuais nesse setor.” Fonte>>> http://www.folha.uol.com.br/
Disc 1 (MVR 533) 01-Going Down Slow 02-Anything For Your Love 03-Key To The Highway 04-Old Love 05-I Shot The Sheriff 06-Layla 07-Lay Down Sally 08-Not Dark Yet 09-Anytime For You 10-Somewhere Over The Rainbow
Disc 2 (MVR 534) 01-Badge 02-Little Queen Of Spades 03-Before You Accuse Me 04-Wonderful Tonight 05-Cocaine 06-Crossroads
Disc 3 (MVR 535) 01-Going Down Slow 02-Anything For Your Love 03-Key To The Highway 04-Old Love 05-I Shot The Sheriff 06-Layla 07-Lay Down Sally 08-Not Dark Yet 09-Anytime For You 10-Somewhere Over The Rainbow
Disc 4 (MVR 536) 01-Badge 02-Little Queen Of Spades 03-Before You Accuse Me 04-Wonderful Tonight 05-Cocaine 06-Crossroads
Disc 5 (MVR 537) 01-Going Down Slow 02-Key To The Highway 03-Old Love 04-Anything For Your Love 05-I Shot The Sheriff 06-Layla 07-Lay Down Sally 08-Not Dark Yet 09-Anytime For You 10-Somewhere Over The Rainbow
Disc 6 (MVR 538) 01-Badge 02-Little Queen Of Spades 03-Everything's Gonna Be Alright 04-Wonderful Tonight 05-Cocaine 06-Here's To The Next 150! 07-Crossroads
Disc 7 (MVR 539) 01-Going Down Slow 02-Key To The Highway 03-Old Love 04-Anything For Your Love 05-I Shot The Sheriff 06-Happy Birthday To Sylvia 07-Layla 08-Noboby Knows You When You're Down And Out 09-Not Dark Yet 10-Anytime For You 11-Somewhere Over The Rainbow
Disc 8 (MVR 540) 01-Badge 02-Little Queen Of Spades 03-Everything's Gonna Be Alright 04-Wonderful Tonight 05-Cocaine 06-Crossroads
Disc 9 (MVR 541) 01-Going Down Slow 02-Key To The Highway 03-Old Love 04-Anything For Your Love 05-I Shot The Sheriff 06-Three Little Girls 07-Layla 08-Noboby Knows You When You're Down And Out 09-Not Dark Yet 10-Anytime For You 11-Somewhere Over The Rainbow
Disc 10 (MVR 542) 01-Badge 02-Little Queen Of Spades 03-Before You Accuse Me 04-Wonderful Tonight 05-Cocaine 06-Crossroads
Disc 11 (MVR 543) 01-Going Down Slow 02-Key To The Highway 03-Old Love 04-Anything For Your Love 05-I Shot The Sheriff 06-Layla 07-Noboby Knows You When You're Down And Out 08-Not Dark Yet 09-Anytime For You 10-Somewhere Over The Rainbow
Disc 12 (MVR 544) 01-Badge 02-Little Queen Of Spades 03-Before You Accuse Me 04-Wonderful Tonight 05-Cocaine 06-Crossroads
Disc 13 (MVR 545) 01-Going Down Slow 02-Key To The Highway 03-Old Love 04-Anything For Your Love 05-I Shot The Sheriff 06-Driftin' 07-Layla 08-Noboby Knows You When You're Down And Out 09-Anytime For You 10-Somewhere Over The Rainbow
Disc 14 (MVR 546) 01-Badge 02-Little Queen Of Spades 03-Before You Accuse Me 04-Wonderful Tonight 05-Cocaine 06-Crossroads
Disc 15 (MVR 547) 01-Going Down Slow 02-Key To The Highway 03-Got To Get Better In A Little While 04-Old Love 05-I Shot The Sheriff 06-Driftin' 07-Noboby Knows You When You're Down And Out 08-Lay Down Sally 09-Anytime For You 10-Somewhere Over The Rainbow
Disc 16 (MVR 548) 01-Badge 02-Little Queen Of Spades 03-Before You Accuse Me 04-Wonderful Tonight 05-Layla* 06-Cocaine* 07-Crossroads*
Disc 17 (MVR 549) 01-Going Down Slow 02-Key To The Highway 03-Anything For Your Love 04-Old Love 05-Got To Get Better In A Little While 06-Driftin' 07-Noboby Knows You When You're Down And Out 08-Lay Down Sally 09-Somewhere Over The Rainbow
Disc 18 (MVR 550) 01-Badge 02-Little Queen Of Spades 03-Before You Accuse Me 04-Wonderful Tonight 05-Layla* 06-Cocaine* 07-Crossroads*
Disc 19 (MVR 551) 01-Going Down Slow 02-Key To The Highway 03-Anything For Your Love 04-Old Love 05-Got To Get Better In A Little While 06-Driftin' 07-Three Little Girls 08-Noboby Knows You When You're Down And Out 09-Lay Down Sally 10-Somewhere Over The Rainbow
Disc 20 (MVR 552) 01-Badge 02-Little Queen Of Spades 03-Before You Accuse Me 04-Wonderful Tonight 05-Layla* 06-Cocaine* 07-Crossroads*
Disc 21 (MVR 553) 01-Going Down Slow 02-Key To The Highway 03-Anything For Your Love 04-Old Love 05-I Shot The Sheriff 06-Driftin' 07-Noboby Knows You When You're Down And Out 08-Lay Down Sally 09-Somewhere Over The Rainbow
O povo massai é nômade e guerreiro por natureza. É formado de vários grupos que vivem espalhados na África Oriental, entre o Quênia e a Tanzânia.O autor deste reconto é Rogério Andrade Barbosa, que foi consultor da Unesco na Guiné-Bissau e tem se dedicado a divulgar a cultura africana na sua diversidade e originalidade. Ele agora inicia um novo ciclo em seu trabalho, que inclui a pesquisa de contos africanos de países de colonização inglesa.Esta é a primeira lenda que diz respeito à África Oriental a ser publicada no Brasil. Conta os infortúnios vividos por Kipetete, homem casado com Awoi e Marogo. Graças a vários conflitos, Kipete morre achando que perdera seus filhos, conhecidos como “os gêmeos do tambor”. Mas, como em praticamente todas as culturas, o tempo é sábio e traz a verdade à tona.No transcorrer do livro são apresentados diversos costumes e crenças do povo massai. Em termos de linguagem, a obra também é interessante. O livro mescla diálogos com discurso indireto, bem ao gosto das crianças.Boa indicação para sala de aula, a história pode ser lida oralmente ou recontada pelos alunos. A leitura dirige-se a alunos e professores do ensino fundamental.
Download Gratis Internet Music Capture Vs. 3.1.4.2 + Patch
Internet Music Capture é um programa fácil de usar em que você capturar várias música a partir de estações de rádio da Internet e de outros servidores. Você pode facilmente gravar a sua música favorita com este programa.
Quantos gostariam de ouvir um som com potência? Porém sabemos não é nada barato adquirir um equipamento que faça tal serviço com qualidade. Pior ainda é quem depende das caixinhas de som que geralmente acompanham o computador, fica praticamente impossível ouvir um som de qualidade nelas. E não existe coisa pior para um apaixonado por música, do que um som em péssima qualidade não é? SRS Audio Sandbox resolve em parte esse problema, para quem tem um som de baixa potência e quer obter um som mais limpo e de qualidade, esse software é uma solução imediata. Claro que quanto melhor for a sua placa de som, suas caixas e até mesmo se você tiver um aparelho de som ligado no PC – como é o meu caso - mais satisfatório será o resultado. Esse software (plugin) serve para aumentar a potência na saída de som do PC, oferece opções de configuração para headphones, desktop, laptop ou alto-falantes surround, e também opções para música, filmes e games. Esse plugin instala um novo driver no seu PC e que passa ser automaticamente o padrão, além disso, um ícone ficará aberto o tempo todo próximo ao relógio, nesse ícone você terá a opção de ativar/desativar o plugin quando desejar. A mudança de áudio é percebida na mesma hora. Atualmente o SRS Audio Sandbox está na versão 1.9.0.4 e funciona nos sistemas Windows XP/Vista. O programa é pago e no site oficial é possível baixar a versão Trial. Mas aqui no Blog estou disponibilizando gratuitamente duas versões para download. Assim que você fizer o download e testar, deixe um comentário dizendo o que achou e se realmente melhorou a qualidade do som no seu PC. ( aqui ou no post original , retorno é bom e todos gostam ...)
Pouca gente sabe, mas o ‘comando executar’ do windows tem 117 funções, e não somente os manjados CMD, MSCONFIG e REGEDIT.
Confira: 1 - Adicionar/Remover Programas: appwiz.cpl 2 - Ferramentas Administrativas: control admintools 3 - Atualizações Automáticas: wuaucpl.cpl 4 - Assistente para Transferência de Arquivos Bluetooth: fsquirt 5 - Compartilhamentos DDE: ddeshare 6 - Gestor de Dispositivos: devmgmt.msc 7 - Painel de Controlo do Direct X (se estiver instalado): directx.cpl 8 - Ferramenta de Diagnóstico do Direct X: dxdiag 9 - Limpeza de Disco: cleanmgr 10 - Verificação de Assinatura de Arquivo: sigverif 11 - Findfast: findfast.cpl 12 - Opções de Pasta: control folders 13 - Fontes: control fonts 14 - Pasta Fontes: fonts 15 - Conexões de Rede: control netconnections 16 - Conexões de Rede: ncpa.cpl 17 - Assistente para Configuração de Rede: netsetup.cpl 18 - Propriedades de Internet: inetcpl.cpl 19 - Configuração do IP (Exibe informações completas da Configuração da Conexão): ipconfig /all 20 - Configuração do IP (Exibe o conteúdo da Cache DNS Resolver): ipconfig /displaydns 21 - Configuração do IP (Depura a Cache DNS Resolver): ipconfig /flushdns 22 - Configuração do IP (Libera o endereço IP para o adaptador especificado): ipconfig /release 23 - Configuração do IP (Renova o endereço IP para o adaptador especificado): ipconfig /renew 24 - Configuração do IP (Atualiza todas as concessões DHCP e registra novamente nomes DNS): ipconfig /registerdns 25 - Configuração do IP (Exibe todas as identificações de classe DHCP permitidas para o adaptador): ipconfig /showclassid 26 - Configuração do IP (Modifica a identificação de classe DHCP): ipconfig /setclassid 27 - Usuários e Grupos Locais: lusrmgr.msc 28 - Logoff do Windows: logoff 29 - Bate -Papo: winchat 30 - Propriedades do mouse: control mouse 31 - Propriedades de Rato: main.cpl 32 - Impressoras e Aparelhos de Fax: control printers 33 - Pasta Impressoras: printers 34 - Editor de Caracteres Particulares: eudcedit 35 - Editor do Registro: regedit 36 - Editor do Registro: regedit32 37 - Conexão de Área de Trabalho Remota: mstsc 38 - Armazenamento Removível: ntmsmgr.msc 39 - Tarefas Agendadas: control schedtasks 40 - Central de Segurança do Windows: wscui.cpl 41 - Serviços: services.msc 42 - Pastas Compartilhadas: fsmgmt.msc 43 - Propriedades de Som e Dispositivos de Áudio: mmsys.cpl 44 - Utilitário de Rede para Clientes do SQL Server: cliconfg 45 - Editor de Configuração do Sistema: sysedit 46 - Utilitário de Configuração do Sistema: msconfig 47 - Propriedades do Sistema: sysdm.cpl 48 - Gestor de Tarefas: taskmgr 49 - Cliente de Telnet: telnet 50 - Desligar o Windows: shutdown 51 - System File Checker (Pesquisa imediatamente todos os APS): sfc /scannow 52 - System File Checker (Pesquisa imediatamente todos os APS a cada inicialização): sfc /scanboot 53 - Gestor de Utilitários: utilman 54 - Firewall do Windows: firewall.cpl 55 - System File Checker (Restaura a pesquisa à configuração padrão): sfc /revert 56 - Lente de Aumento: magnify 57 - Janela das Ligações de Rede: ncpa.cpl 58 - Windows Management Infrastructure: wmimgmt.msc 59 - Gestor de Disco: diskmgmt.msc 60 - Gestor de Partição: diskpart 61 - Propriedades de Vídeo: control desktop 62 - Propriedades de Vídeo: desk.cpl 63 - Propriedades de Vídeo (com a aba Aparência já seleccionada): control color 64 - Dr. Watson: drwtsn32 65 - Gestor de Verificação de controladores: verifier 66 - Visualizador de Eventos: eventvwr.msc 67 - Opções de Acessibilidade: verifier 68 - Assistente para Adicionar Hardware: hdwwiz.cpl 69 - Certificados: certmgr.msc 70 - Mapa de Caracteres: charmap 71 - Visualizador da Área de Transferência: clipbrd 72 - Linha de Comando: cmd 73 - Serviços de Componentes: dcomcnfg 74 - Propriedades de Teclado: control keyboard 75 - Configurações Locais de Segurança: secpol.msc 76 - Gestor de Objectos - Pacote: packager 77 - Administrador de Fonte de Dados ODBC: odbccp32.cpl 78 - Opções de Telefone e Modem: telephon.cpl 79 - Propriedades de Opções de Energia: powercfg.cpl 80 - Solicitações do Operador de Armazenamento Removível: ntmsoprq.msc 81 - Conjunto de Directivas Resultantes (XP Prof): rsop.msc 82 - Scanners e Câmeras: sticpl.cpl 83 - Serviços de Componentes: comexp.msc 84 - System File Checker (Limpa o cache do arquivo): sfc /purgecache 85 - Definições locais de segurança: secpol.msc 86 - Performance Monitor: perfmon.msc 87 - Resultant Set of Policies: rsop.msc 88 - Serviços: services.msc 89 - Contas de Usuário: control userpasswords2 90 - Gestor de Usuários do Wint Server (somente windows2003 server): usrmgr 91 - Instalador do Active Directory (somente Windows server): dcpromo 92 - Gestor de Tarefas: taskmgr 93 - Pastas Partilhadas: fsmgmt.msc 94 - Politicas de Grupo: gpedit.msc 95 - Utilizadores Locais e Grupos: lusrmgr.msc 96 - Desfragmentador de Disco: dfrg.msc 97 - Visualizador de Eventos: eventvwr.msc 98 - Protegendo Banco de Dados de Contas do Windows XP: syskey 99 - Conectar -se ao Site do Windows Update: wupdmgr 100 - Introdução ao Windows XP: tourstart101 - Gestão do Computador: compmgmt.msc 102 - Gestão de Discos: diskmgmt.msc 103 - System File Checker (Define o tamanho de cache): sfc /cachesize=x 104 - Gestor de Dispositivos: devmgmt.msc 105 - Password Properties: password.cpl 106 - Desempenho: perfmon.msc 107 - Desempenho: perfmon 108 - Opções Regionais e de Idioma: intl.cpl 109 - Contas de Usuário: nusrmgr.cpl 110 - Controladores de Jogo: joy.cpl 111 - Group Policy Editor (XP Prof): gpedit.msc 112 - Iexpress Wizard: iexpress 113 - Serviço de Indexação: ciadv.msc 114 - Check Disk: chkdsk 115 - Gestor do Computador: compmgmt.msc 116 - Propriedades de Data e Hora: timedate.cpl
Mp3 Tag Tools é uma utilidade intuitiva para etiquetamento ID3v1.1 e ID3v2.x. Possui vários recursos como renomeação em massa, habilidade de escrever etiquetas e renomear arquivos usando formatos personalizados, habilidade de limpar nomes de arquivos e corrigi-los, obtenção de informações e criação de diretórios e organização de informações de etiquetas de arquivos MP3.Mp3 Tag Tools conta com exibição de letras e imagens nas etiquetas, pode ler informações de arquivos MPEG e anexar a taxa de amostragem (bitrate) e modo nos nomes de arquivos. Todas estas operações podem ser executadas com ou sem recursão nos diretórios. A única falha do programa é que ele não suporta Unicode e certos caracteres especiais podem não ser exibidos corretamente.
AIO contendo tosos os discos de boot do Microsoft DOS e a maioria dos Windows, ferramenta de uso obrigatório para o técnico de informática e porque não curiosos em geral.
CHICAGO (Reuters) - Navegar na Internet pode ajudar na preservação da memória de pessoas a partir da meia-idade, disseram pesquisadores dos EUA na terça-feira. Os cientistas da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, registraram com ressonância magnética a atividade cerebral de pessoas que faziam buscas na Internet. "Descobrimos que as pessoas que tinham experiência com a Internet usavam mais o cérebro durante a pesquisa", disse o gerontologista Gary Small, cujo trabalho foi publicado na revista American Journal of Geriatric Psychiatry. "Isso sugere que simplesmente navegar na Internet pode treinar o cérebro -- que isso pode mantê-lo ativo e saudável", disse Small. Muitos estudos já haviam indicado que desafios mentais, como os quebra-cabeças, poderiam preservar as funções cerebrais, mas poucos haviam avaliado o alcance da Internet. "É a primeira vez que alguém simulou uma tarefa de busca na Internet ao examinar o cérebro", contou o cientista. A equipe estudou 24 voluntários normais, de 55 a 76 anos. Metade tinha experiência em buscas na Web, ao contrário da outra metade. Os dois grupos tinham semelhante composição etária, educacional e de gênero. O monitoramento cerebral foi feito também quando as pessoas estavam lendo livros. "Descobrimos que, na leitura, o córtex visual - -a parte do cérebro que controla a leitura e a linguagem -- era ativado. Na busca pela Internet, havia uma atividade muito maior, mas só no grupo familiarizado com a Internet." Esse grupo, segundo ele, parece capaz de entrar num nível muito mais profundo de atividade cerebral. A atrofia e a redução da atividade celular podem levar o cérebro do idoso a perder funções cognitivas, mas atividades que exijam atenção e raciocínio são bons antídotos. Small acha que aprender a fazer buscas nos sites pode ser uma dessas tarefas. "Provavelmente dá para ensinar truques novos de Internet a um velho cérebro", disse ele.
1000 Homo Dj's - Al Jourgeson e alguns amigos estavam ouvindo um remix não autorizado dos Revolting Cocks. Jim Nash, da Wax Trax Records afirmou então que os únicos que se interessariam pelo remix seriam 1.000 DJ's homossexuais. 10000 Maniacs - Inspirado no filme de terror "2000 Maniacs". 10CC - A ejaculação média de um homem é de 9cc. Possivelmente os membros desta banda se acham um pouco mais machos do que a média. Antes eles eram chamados de Hotlegs e chegaram a gravar um compacto para a Apple Records, possivelmente com um terceiro nome. 24-7 Spys - A rapaziada estava à procura (espionando) por sexo 24 horas por dia, 7 dias da semana. 311 - Este é o código policial para atentado ao pudor. A policia havia prendido um membro da banda por nadar nu em local público quando tinha 16 anos. Ele foi levado algemado para casa ainda nu. Os demais membros da banda acharam a história hilária e a banda ganhou seu nome. 60 Ft. Dolls - O trio biritava e conversava com um amigo em comum que colecionava brinquedos da década de sessenta. O vocalista mais tarde, sonhou com um alienígena que lhe disse para batizar sua banda com esse nome tão peculiar (Bonecas de 60 pés de altura). 7 Year Bitch - Brincadeira com o nome do filme "The 7 Year Itch". 764-Hero - Placas nas estradas de Seattle instruiam o povo a delatar quem jogasse lixo nas ruas através do numero 764-HERO (ou seja 4976). 808 State - O nome homenageia a bateria eletrônica Roland TR 808. 88 Fingers Louie - Nome de um ladrão de pianos que vende um "Stoneway" legitimo para Fred em um dos episódios dos Flintstones. A Certain Ratio - Uma frase tirado da uma música de Brian Eno. A&M Records - As iniciais dos donos (Herb) Alpert e (Jerry) Moss. Abba - Formado pelas letras iniciais dos nomes dos quatro integrantes do grupo. Agneta Faltskog, Bjorn Ulvaeus, Benny Anderson e Anni-Frid Lyngstad. A palavra em si quer dizer Papai (ou paizinho) em hebraico. AC/DC - A irmã de Angus e Malcolm Young, Margaret, criou o nome. Aparentemente ela achou a sigla em um eletrodoméstico, e achou que casava bem com a banda, visto que tinha a ver com eletricidade (AC/DC é um indicativo de corrente contínua e alternada). Depois descobriram que era também uma gíria que designava bissexuais mas já era tarde. São infundadas as versões de que o nome seria uma sigla para Anti-Christ/Dead-Christ (anticristo, cristo morto). Aerosmith - O nome Aerosmith não significa absolutamente nada. Foi proposto por Joey Kramer e segundo Steven Tyler foi o único nome entre vários propostos que ninguém odiou. Afghan Whigs - Segundo Greg Dulli Rick McCollum, o nome foi roubado de um grupo branco de motoqueiros muçulmanos pacifistas da década de 60. Possivelmente trata-se de apenas uma brincadeira. Agent Orange - Eles são de Orange County, Califórnia. Agente Orange (agente laranja) é um desfolhante químico a base de dióxido muito usado durante a guerra do Vietnã. Air Supply - Graham Russell sonhou que viu um letreiro luminoso de um teatro com esse nome cerca de cinco anos antes de a banda assinar seu primeiro contrato. Alan's Fear - Essa banda de Arizona queria que o amigo Alan, tocasse a bateria. Mas Alan tinha medo de punk. Alice Cooper - Foi o nome da banda montada pelo vocalista Vincent Damon Furnier, que tomou o nome para si após a dissolução desta. O nome, segundo Vincent, foi inspirado por um espírito através de uma tábua de ouija (uma ferramenta para comunicação com os mortos semelhante ao "jogo-do-copo" difundido no Brasil). Alice Cooper teria sido uma feiticeira e uma das vidas passadas do vocalista. Alice In Chains - Paródia masoquista de Alice no País das Maravilhas. A idéia inicial (que nunca chegou a acontecer) era de tocarem covers de Slayer usando vestidos. Alien Ant Farm - Segundo o guitarrista Terry Corso: "Um dia eu imaginei como seria legal se um bando de alienígenas tivesse criado o planeta só para ficar nos observando, como uma fazenda de formigas (ant farm), e achei a idéia legal." Alter Bridge - A banda é de Detroit, cidade natal de Mark Tremonti. Alter Bridge é uma ponte que divide a cidade em dois; de um lado moram os ricos e bonitinhos e do outro lado os pobres e feios, por isso a capa do CD, de um lado claro e do outro lado sombrio. (Michel Barbosa) Amboy Dukes - Nome de um livro escrito por Irving Shulman sobre uma gang de rua de 1942 no Brooklyn. Ted Nugent pertencia à banda antes de fazer carreira solo. Android Sisters - Paródia das Andrews Sisters, grupo vocal careta. Angra - O nome foi escolhido por duas razões: por ser um nome tipicamente brasileiro (dado à "Deusa do Fogo") e por parecer o adjetivo "Angry" (em inglês, raivoso). Animals - Eric Burdon: "Nós eramos como uma gangue, e havia um cara no grupo chamado Animal Hogg, e ele era um 'animal' entre os combatentes do Vietnã. Percebemos que seria um ótimo nome pra uma banda". Anthrax - É o nome de um microorganismo desenvolvido para guerra bacteriológica. Ficou famoso após os atentados terroristas de 11 de setembro de 2001, quando a banda chegou a cogitar mudar de nome. Antietam - Nome de uma batalha durante a guerra civil americana. Arhoolie - Hoolie é gíria para "field hollar", trabalhadores e suas canções de trabalho cantadas nos campos. A banda pertence à Archival Records de onde saiu o "AR" antes do nome. Army Of God - "O Exercito de Deus" é o nome de um grupo militante contra aborto que são suspeitos de seqüestro e de plantarem bombas pela cidade de Atlanta. A banda usa imagens satânicas, chupam sangue uns dos outros no palco e basicamente gostam de chocar o público. Art Of Noise - Nome de manifesto escrito pelo Italiano Luigi Russolo em 1913. Russolo inventou a máquina de fazer barulho, escreveu partituras para ela e gravou sons ambientais. Aswad - Palavra Árabe que significa preto. Audioslave - Primeiro, a banda foi batizada Civilian. Mas acontece que já existia uma banda de nome Civilian, e foi preciso procurar outro nome. Chris Cornell (vocalista) sugeriu Audioslave e ninguém na banda ousou discordar. Só que também já existia um Audioslave. Desta vez, a banda resolveu entrar em acordo com a banda homônima para continuar sendo Audioslave. (Colaborou: Leonardo Apolinário) Autoramas - O nome bastante sonoro denominava um brinquedo com carrinhos de corrida da década de 80. B. B. King - Abreviatura para "Blues Boy King". B52 - Nome de um penteado em formato de torre que por sua vez recebia o mesmo nome de um avião de bombardeio. Baader Meinhof - É o nome de um grupo terrorista alemão dos anos 70. Babes In Toyland - Nome de filme estrelado por Laurel & Hardy (O Gordo e o Magro) em 1934. Bachman-Turner Overdrive - Nome de família dos membros da banda, Randy, Robby e Tim Bachman, Fred Turner e mais uma homenagem à revista de caminhoneiros Overdrive. O nome original da banda era Brave Belt. Bad Company - O nome foi baseado em um filme de 1972 estrelado por Jeff Bridges. Bad English - Vem do jogo de pool (variação de sinuca utilizando quinze bolas). Colocar "english" na bola é faze-la girar sobre si, para ganhar certo efeito. Eles não eram bons nesta manobra. Badfinger - Vem de Bad Finger Boogie, nome inicial para a canção "A Little Help From My Friends" dos Beatles. Eles se chamavam the Iveys quando a Apple Records os contratou e gravaram um Lp, "Maybe Tomorrow", além de dois compactos com esse nome. A maioria do material deste LP foi reeditado como parte do disco de estréia, já como Badfinger, em "Magic Christian", trilha sonora do filme homônimo. Bananarama - Junção dos nomes de um programa infantil dos anos 60, "The Banana Splits", com a música "Pyjamarama", do Roxy Music. Band Of Susans - Parodia para Band of Gypsies. Três membros se chamam Susan. Bangles - Bangles é um ornamento para ser usado em braceletes ou tornozeleiras. Eles queriam se chamar de The Bang porem já existia uma banda com esse nome. Antes ainda se chamaram Supersonic Bangs, nome tirado de um um estilo de cabelo da década de 60. Bare Naked Ladies - Enquanto entediados aguardando um concerto do Bob Dylan, alguém da banda imaginou um garoto vendo uma mulher nua pela primeira vez. Gostaram do nome por este oferecer a idéia de sexualidade e inocência além de chamar a atenção. Bauhaus - Nome de escola de arquitetura e estilo de desenho gráfico originada de 1919. A banda chegou a se chamar Bauhaus 1919. Bay City Rollers - Eles pegaram um mapa e cravaram uma tachinha cegamente. A tacha marcou a cidade de Bay City em Michigan. Beastie Boys - Beastie quer dizer animalesco. Porém o nome dessa banda é na verdade um acrônimo para "Boys Entering Anarchistic States Toward Internal Excellence" (Rapazes Entrando em um Estado Anárquico Visando a Excelência Interna). Beatles - Inicialmente em 1956, eles se chamavam the Quarrymen, tirado do nome da escola em que estudavam, the Quarrybank High School. Com esse nome, a banda formou seu núcleo com John, Paul e George. Até 1959, os três já haviam saído desta escola, portanto era uma questão de tempo até mudarem o nome da banda. Experimentaram vários nomes sem muita convicção como Johnny & the Moondogs mas só no final do ano resolvem pensar seriamente no assunto. O quarteto de Liverpool adorava Buddy Holly & the Crickets. O nome Cricket tem duplo sentido na Inglaterra. Lennon começou então a buscar outros insetos que pudessem ter um duplo sentido. Ele acabou chegando em beetles (besouros) escrito Beatles para fazer um trocadilho com beat music. Assim nasce the Beatles em final de 1959. Muito pouco tempo depois, o amigo Cas Jones do grupo Cas & the Casanovas achou o nome ruim pois a mentalidade da época era de que bandas precisam ter um nome grande e sugeriu, "Porque vocês não se chamam Long John Silver & the Beatles?", uma alusão ao Long John Silver, o astuto pirata, personagem do livro A Ilha Do Tesouro. Inseguros, no dia de uma importante audição para uma futura excursão a Escócia, eles se apresentaram como the Silver Beatles e seus nomes artísticos se tonaram John Silver, Paul Ramon (donde os Ramones tiraram o seu nome), Carl Harrison (homenagem a Carl Perkins) e Stu de Stijl (homenagem a Nicolas de Stijl, pintor expressionista). Na bateria, no dia da audição, John Hutch e para a excursão Thomas Moore. Depois dessa excursão voltam a ser simplesmente the Beatles e nunca mais mudam. Bee Gees - Como em BG's, ou seja, Brother's Gibb. Curiosamente duas pessoas que ajudaram o então quinteto australiano se chamam Bill Goode e Bill Gates (um DJ local). Belle & Sebastian - Nome de programa infantil da televisão francesa. A banda vem de Glasgow, Escócia. Ben Folds Five - Na verdade um trio formado pelo tecladista Ben Folds. Achavam que soava melhor foneticamente a palavra FIVE (cinco) ao invés de THREE (três). De qualquer modo, seu publico geralmente acha que eles fazem um barulho equivalente a cinco pessoas. Berserkr - Nome de guerreiros da antigüidade que se vestiam com peles de urso, comiam cogumelos alucinógenos e invadiam cidades e vilarejos com fúria psicótica. Bettie Serveert - Holandês para Bettie Serve. Bettie (Stove) é uma tenista holandesa da década de 70. Big Audio Dynamite - Jane, do Sigue Sigue Sputnik, sugeriu as letras B.A.D. Foram considerados outros nomes como "Before Alien Domination" e "Black and Decker". Big Star - Nome de uma cadeia de supermercados no sul dos Estados Unidos. Bikini Kill - Lois Maffeo e Rebecca Gates da banda Spinanes certa vez se vestiram de gorilas e se chamaram Bikini Kill. Toby Vail ligou para eles pedindo permissão para usar o nome. Billy Idol - Membro fundador da banda punk, Generation X de 1977. O nome artístico é um trocadilho com o adjetivo "idle" (vagabundo, indisciplinado) que caracterizavam o vocalista durante os anos de escola. Biquini Cavadão - O grupo se formou no Colégio São Vicente de Paula. Tocando covers de Kid Abelha e Paralamas, receberam do amigo Herbert Vianna, a sugestão do nome do grupo. Herbert que impressionado com a juventude do grupo, que saia da adolescência, disse: "Se eu tivesse essa idade, tudo que eu queria era pensar em: mulheres, carros, biquini cavadão…". Daí o nome. (Colaborou: Leandro Silva) Birthday Party - Nome de uma peça teatral de Harold Pinter. Nick Cave era o vocalista ainda no inicio dos anos 80.
Black Crowes - O nome original da banda era Uncle Crowe's Garden, tirado de historia infantil. Black Fag - Paródia da banda Black Flag. "Fag" é gíria para homossexual. Black Flag - A bandeira preta é a bandeira dos piratas. É também uma marca de inseticida. Quando Adam Ant tocou na Califórnia, membros da banda distribuiram bottons com os dizeres "Black Flag kills ants!" (Black Flag mata formigas). Ainda segundo Henry Rolins, se inspiraram no nome do Black Sabbath. Black Metal - Essa banda nórdica tirou seu nome do segundo disco do Venom de 1982. Black Sabbath - Um Sabbath Negro é uma reunião de bruxas e feiticeiras. A banda se chamava Earth e resolveu assumir o nome de uma música composta por Geezer Butler, inspirada em um suspense do novelista Denis Wheatley. Black Uhuru - Uhuru é Swahili (língua que se fala em Uganda) para liberdade, portanto o nome quer dizer Liberdade Negra. Black Velvet Flag - Outra parodia da banda Black Flag. Blind Guardian - Segundo Hansi Kürsch: "Nós gravamos nosso debut álbum, Battalions Of Fear, mas mudamos o nome da banda durante a gravação porque percebemos que todos que compravam nossas demos nas lojas encontravam na sessão de black metal, o que não era nosso objetivo. A razão para isso era o nosso nome, Lucifer's Heritage, que não condizia como nosso estilo de música. Então nós entramos em nosso estúdio e fizemos uma lista com nossos nomes favoritos para sugestão. Por alguns dias nós nomeamos como – devido a uma música do Metallica – Battery, mas nossos amigos mencionaram que não era uma boa idéia. Nós pegamos uma outra sugestão Raging Waters – devido à famosa música do Testament – mas nós escolhemos a minha sugestão." Retirado do BlindGuardianWeb ( www.blindguardianweb.com.br). Blink-182 - Eles queriam se chamar Blink mas já havia uma banda Irlandesa com esse nome. 182 é a quantidade de vezes que Al Pacino diz a palavra "fuck" no filme "Scarface". Blondie - Segundo Debbie Harry: "Eu sempre fui chamada de 'blondie' por caminhoneiros e motoristas em geral. Eu achei que seria um nome fácil de lembrar." Bloodhound Gang - Nome de um quadro satírico do programa televisivo "3210 Contact". Blue Cheer - Apelido para um LSD de boa qualidade. Blue Meanies - Os vilões do desenho animado "Submarino Amarelo" dos Beatles. Blue Moon Boys - Essa banda de rockabilly vinda de Indiana homenageia a primeira banda de Elvis Presley. Blue Oyster Cult - O nome ("Culto da Ostra Azul") foi retirado da obra de HP Lovecraft, assim como grande parte da temática da banda. Blues Traveler - O nome foi tirado do fantasma "Gozer the Traveler" do filme "Ghostbusters". Blur - A banda na verdade se chamava SEYMOUR porem uma das condições em seu primeiro contrato era de se mudar o nome para um contido em uma lista oferecida pela gravadora. Blur foi escolhido como a melhor opção. Bob Dylan - Seu nome verdadeiro é Robert Zimmerman. Achando o nome excessivamente étnico e sendo grande admirador do poeta Dylan Thomas, ele mudou para Bob Dylan. Bobs - Jargão do programa televisivo "Best of Breed" Body Count - Contagem de Corpos (após uma batalha). Ice T escolheu o nome após reparar que o noticiário de fim de noite oferecia noticias sobre as guerras entre gangues de Los Angles sempre ANTES do noticiário esportivo. Bon Jovi - Mutação do verdadeiro nome do vocalista, John Bongiovi, Jr. Bongwater - Bong é narguilé. Bono Vox - Latim para "boa voz". Bonovox é também uma loja de equipamentos para audição. Seu nome verdadeiro é Paul Hewson. Booker T. & The M.G.'S - Booker T. seria o líder da banda e M.G. quer dizer Memphis Group. Boomtown Rats - Nome de uma gangue mencionada na canção "Bound for Glory" de Woody Guthrie. BR5-49 - Essa banda de Nashville tirou seu nome de um numero telefônico oferecido por um vendedor de carros usados fictício, em um quadro do programa humorístico americano "Hee-Haw" dos anos 70. Braniac - Um dos arquiinimigos do Super-homem. Bratmobile - Brat quer dizer peste. Uma parodia com o Batmóvel. Bread - Gíria para dinheiro. O nome anterior do grupo era Pleasure Faire. Breeders - Gíria gay para heterossexuais. Buckcherry - Nome de um travesti que rondava o clube onde eles tocavam. Burzum - Significa "Mais Trevas" na língua fictícia inventada por JRR Tolkien para seu livro "O Senhor Dos Anéis". Essa banda de Black Metal está atualmente desativada pois seu fundador está descansando na penitenciária após ter assassinado Euronymous da banda Mayhem. Bush - Alusão a "Sheperd's Bush", bairro em Londres. Buzzcocks - Gíria Inglesa para vibradores. Byrds - Antes de mudar de nome, eles se chamavam the Beefeaters e Jet Set. Segundo o baterista Michael Clarke: "Todas as bandas que estavam no topo tinham em suas iniciais a letra B, como Beach Boys e Beatles. Nós escolhemos The Birds, com Y". Cabaret Voltaire - Nome de um Café/Espaço Cultural famoso em Zurich. Cafe Tacuba - Essa banda vinda dos subúrbios da Cidade do México e tirou seu nome de um restaurante no centro da capital mexicana, aberto desde o início do Século XX. Calvary - Significa calvário, local perto de Jerusalém onde Cristo foi crucificado. Capital Inicial - Antes do Capital existir, seus integrantes tocavam por pura diversão em bandas brasilienses, levando seu som, com influências punk, aos bares e praças da cidade, barbarizando a Capital Federal. Mas, engana-se quem pensa que o nome da banda tem a ver com Brasília. Eles não tinham mesmo a grana para começar; não tinham o capital inicial. (Colaborou: Leandro Silva) Captain Beefheart - Seu nome verdadeiro é Don Van Vliet. O nome Beefheart é uma alusão a seu tio Alan que gostava de apertar a "cabeça" do pênis até ele ficar roxo para em seguida mostrá-lo à então namorada de Vliet exclamando, "Que beleza! Parece um grande beef heart" (coração carnudo). Carpenters - É o sobrenome dos irmãos Richard Carpenter e Karen Carpenter. Cassandra Complex - Referente a mitologia grega. Cassandra tem o dom da profecia e a maldição de ninguém acreditar nela. CBGB's - Templo Nova Yorquino para o new wave, punk e thrash. O nome completo do lugar é CBGB and OMFUG, lendo "Country, Bluegrass, Blues and Other Music For Uplifting Gormandizers".
Ces Jacuzzi And The Slumlords - Nome de conjunto habitacional em Los Angeles onde seus membros moravam. Cheap Trick - Nome tirado usando uma tábua Ouija. Essa tábua supostamente faz um elo entre os vivos e os mortos. Muito como o jogo do copo aqui no Brasil. Cheetah Chrome Motherfuckers - Inspirado em Cheetah Chrome dos Dead Boys. Chemical Brothers - Originalmente chamado de the Dust Brothers em homenagem aos produtores americanos até estes descobrirem e obrigá-los a mudar de nome. Mudaram para Chemical Brothers fazendo alusão a uma música do repertório, Chemical Beat. Cherry Poppin Daddies - Originalmente uma banda punk chamada Jazz Greats. Eles tinham uma música chamada "Cherry Poppin Daddy Strut" inspirado em um tema jazz. Enquanto bêbados achavam que a banda não duraria mais do que um show e portanto o nome ficaria bem. Chicago - O primeiro disco ainda saiu com o nome original da banda, Chicago Transit Authority, porem a prefeitura da cidade de Chicago os processou. Chicago Transit Authority é o nome do departamento de transportes público da cidade. Chubby Checker - O nome foi escolhido para fazer frente a Fats Domino. Chumbawamba - Em um sonho, membro da banda queria ir ao banheiro mas nas portas do recinto, ao invés de Homens e Mulheres estava escrito Chumba e Wamba. Cinderella - Nome escolhido pela falta de conotação heavy metal. Clash - Tirado de manchete do jornal "A Clash With Police". Paul Simmon teve a idéia e todos concordaram. CMX - Significa Cloaca MaXima, sistema principal de esgoto de Roma antiga. A banda é Finlandesa e por vezes associam o nome a CliMaX. Cock Robin - Do filme da Disney "Who Killed Cock Robin?" Cocteau Twins - Tirado de uma canção dos Simple Minds sobre gêmeas que falam uma língua que elas próprios criaram. Collective Soul - Uma frase de "The Fountainhead", de Ayn Rand. Commodores - Antiga patente da marinha americana hoje substituído por Commodore Admiral. O nome foi escolhido ao acaso. Comsat Angels - Significa communications satellite (satélite de comunicação). Nos Estados Unidos, tiveram que usar o nome CS Angels, para evitar complicações legais. Concrete Blonde - sugestão de Michael Stipe do REM. Counting Crows - Tirado de um verso premonitório inglês: "…if you hang on to the flimsyness of anything, you might as well be standing there, counting crows…" (Se você se dependurar na flacidez de um objeto, você estaria melhor contando corvos). Coven - É um congresso de bruxas. CPM22 - Segundo o guitarrista Luciano Garcia: "CPM22 é a nossa caixa postal. No início, o nome da banda era só CPM. Daí os caras abriram uma caixa postal que, por coincidência, era de número 1022. Quando olharam, !@#$%, era Caixa Postal Mil e, se você colocar duas vezes o número dois, fica CPM22. O Wally sempre disse que queria que o nome do grupo não fosse algo que já existe. Queria um nome que, quando o pessoal ouvisse, lembrasse só da banda. Aí funcionou, porque CPM22 é bem a cara da gente." Crack The Sky - Rachadura No Céu. Durante uma tempestade de chuva, eles repararam uma rachadura no céu. Cracker - Termo chulo para gente de pele branca. Cramps - Cãimbras ou cólicas. Segundo Ivy: "É uma reação física involutária. É algo que a sua mente não pode controlar. Na França, o nome significa um distúrbio sexual masculino". Cranberries - O nome original era Cranberry Saw Us, mutação de Cranberry Sauce (molho da fruta cranberry). Quando Dolores O'Riordan se juntou ao grupo ela sugeriu encurtar para The Cranberries. Crash Worship - Frase cunhada por Evil Knievel, famoso por desafiar a morte com sua motocicleta, para definir pessoas que adoram ser desafiadores como ele. Crass - Significa grosseiro ou de mau gosto. Essa é a opinião que eles tem dos governos e culturas ao redor. A letra A é estilizada como o sinal utilizado para representar anarquia. O nome também é usado como acrônimo para Creative Recordings And Sound Services. Cream - O nome foi sugerido por Eric Clapton que costumava afirmar sobre a banda: "we are the cream" (nós somos a nata). Creed - O nome da família em Pet Sematary de Stephen King. Creedence Clearwater Revival - Segundo o baterista Doug Clifford: "Nós tínhamos o nome de Golliwogs, um nome que havia sido imposto por nosso empresário. Nós conhecíamos um cara chamado Credence Newball e nós gostamos do nome, mas chegamos a conclusão de que se nós usássemos o nome dele, ele iria nos processar. Então, não funcionou. Mas nós gostamos da idéia de "credence" (crença), por significar verdade e justiça, algo que nós como idealistas na época, nos identificávamos muito. A gente acrescentou a letra E no Credence para ficar totalmente diferente. "Clearwater" veio de um comercial da cerveja Olympia, que mostrava uma imagem de ventos indo e vindo, algo que possuía uma certa compatibilidade com o nosso ideal de "rumos abertos". "Revival" era o renascimento de nós mesmos, nós não faríamos mais o que nosso empresário mandasse, ou coisas que não gostaríamos de fazer". Cult - O nome veio de uma manchete que Ian Astbury leu num jornal. Inicialmente se chamavam Southern Death Cult, depois Death Cult e finalmente apenas The Cult. Cure - Originalmente, The Easy Cure (A Cura Fácil). Current 93 - Um termo muito usado por Alester Crowley. Para saber mais sobre este homem, favor verificar reportagem sobre ocultismo no rock. D.I. - "Damned Immature". D.R.I. - "Dirty Rotten Imbeciles" (Imbecis Sujos e Trapaceiros). Dada - Nome de um movimento artístico. Damned - O nome original da banda era The Doomed, nome inspirado no cantor Dave Vanian, um coveiro que também fazia performances vestido de vampiro. Danzig - O nome da banda veio do sobrenome do vocalista, Glenn Danzig. Dash Rip Rock - Essa banda de Louisiana tirou seu nome de um personagem eventual do programa de TV "The Beverly Hillbillies". Dave Matthews Band - Eram "Dave Matthews and his band" enquanto não achavam um nome melhor. Uma noite alguém anunciou erroneamente The Dave Matthews Band e foram deixando. Depois com a popularidade, ficou difícil mudar. David Bowie - Bowie é um tipo de canivete. Seu nome verdadeiro é David Jones. Ele mudou o nome em 1966 para não ser confundido com Davy Jones dos Monkees. Day-Glo Abortions - Eles eram chamados de Sick Fucks até descobrirem outra banda com o mesmo nome. Seu empresário lhes deu um engradado de tinta spray da marca "Day-Glo" para promoverem o próximo show. Decidiram então se chamarem de Day-Glo mais a palavra mais utilizada no jornal na manhã seguinte. Dia seguinte o jornal apresentava uma gigantesca história sobre um proeminente médico pego operando abortos. Dead Can Dance - Inpirado no conceito de se fazer "animado do inanimado", assim como fazendo música viva da madeira morta dos instrumentos. Dead Kennedys - Kennedys mortos era uma alusão aos assassinatos do presidente John Fitzgerald Kennedy e seu irmão senador Robert Fitzgerald Kennedy. Uma citação famosa de East Bay Ray (guitarrista) sobre este assunto: "Um Show dos Dead Kennedys no dia 22 de novembro, aniversário da morte de John Kennedy, não seria de mau gosto? Claro! Mas os assassinatos também não são de mau gosto?" Death In June - Refere-se a quando Hitler mandou matar Ernest Roehm. Roehm era um dos seus apoiadores mais antigo, porem Hitler irritara-se com sua homossexualidade. Deep Blue Something - O nome original era Leper Messiah, porém atraiam um publico heavy metal. Então pensaram em mudar para algo profundamente azul e nunca decidiram o que seria. Deep Purple - A avó do Ritchie Blackmore gostava da música "Deep Purple" de Bing Crosby. Def Leppard - Inspirado em um desenho que Joe Elliot fez de um leopardo sem ouvidos. Um leopardo surdo. Deicide - Latim para deicida (o que ou quem mata deus). Depeche Mode - Segundo o vocalista David Gahan: "Nós estávamos com alguns shows programados para o verão de 1980 mas não tínhamos um nome ainda. Eu estava cursando faculdade de moda e sempre vasculhava as revistas especializadas em busca de um nome. Uma dessa revistas era uma publicação francesa chamada 'Dépechê Mode' que significava 'moda rápida', e quando eu mostrei a revista pros outros integrantes, eles toparam na hora." (Colaborou: Anamaria de Oliveira Fernandes) Detonautas - Segundo a versão oficial retirada do site da banda: "O nome Detonautas surgiu da junção de detonadores com internautas, afinal, nos conhecemos em salas de chat da internet. Acrescentamos o Roque Clube um tempo depois, utilizando o "qu" na palavra Roque para representar a nacionalidade do grupo e o Clube para todos que quiserem fazer parte do nosso grupo sejam bem vindos." Devo - Remete a "de-evolution" (anti-evolução). Die Kreuzen - Corruptela do alemão "Die Kreuze", significando "As Cruzes". Die Toten Hosen - Alemão para "Calças Mortas" gíria para um preguiçoso ou ruim de cama. Dimmu Borgir - A banda é de black metal norueguês, porém o nome está em islandês e quer dizer "castelo negro". Existe também uma montanha na Islândia com este nome. Dinosaur Jr. - Eles se chamaram de Dinosaur até descobrir que Robert Hunter, letrista do Grateful Dead já tinha uma banda com esse nome. Dion And The Belmonts - Belmont é o nome de uma rua no Bronx de onde o pessoal veio. Dire Straits - A tradução literal é "terrível restrição", uma alusão à sua situação financeira antes do primeiro contrato. Dire Straits - O termo "Dire Strait" é uma gíria chula, parte do vocabulário dos ingleses humildes, pobres e sempre desempregados. "I'm dire strait!" quer dizer "estou completamente duro, sem dinheiro e sem possibilidades". (Colaborou: Kiko) Dishwalla - Termo na Índia usada para designar pessoas que vendem pratos de satélite no mercado negro. Djur Djura - Referente ao monte Djurdjura em Argélia, onde o rapaz nasceu. DMX - DM é "Dark Man". X é provavelmente uma referencia a Malcom X. DOA - "Dead On Arrival" ("Morto Ao Chegar"). Banda punk da Califórnia. Doobie Brothers - Doobie é gíria para baseado (cigarro de maconha). O nome anterior era PUD. Doors - Jim Morrison quando cursava a faculdade de cinema da UCLA resolveu fazer um duo musical com Dennis Jakob, que mais tarde trabalharia com Francis Ford Coppola (que por sua vez era colega de turma de Morrison), chamado "The Doors: Open and Closed (As Portas: Abertas e Fechadas)", inspirado em versos de William Blake. A citação em questão segue assim: "If the doors of perception were cleansed, everything would appear to man as it truly is, infinite.", "There are things that are know and things that are unknow; in between are doors." ("Se as portas da percepção forem limpas, as coisas irão surgir como realmente são, infinitas", "Entre as coisas conhecidas e as coisas desconhecidas existem as portas"). Uma possível fonte pode ser também o livro "As Portas da Percepção ou O Céu e o Inferno", de autoria de Adoulx Huxley (autor do famoso "Admirável Mundo Novo"), onde ele relata suas experiências com a mescalina (tal substância, semelhante ao peiote e ao LSD, produz um efeito alucinógeno tão forte que as reações da pessoa oscilam rapidamente entre paz ou terror espiritual, daí o sub-título "Céu e Inferno). Este livro era muito lido e comentado nos anos 60 e certamente influenciou Morrisson na escolha do nome: The Doors. Mais tarde quando Jim conheceu Ray Manzarek sugeriu o nome The Doors (As Portas). (Colaborou: Maurício Antunes Ariede) Doppelganger - Inspirado em um disco do Curve. A palavra em alemão pode ser traduzido como "alter-ego". Dorsal Atlântica - Procurando um nome, os integrantes abriram uma enciclopédia e entre outros acharam este. (Colaborou: Claudinei) Dr. Dre - Inspirado no jogador de basquete Dr. Jay. Drain STH - A banda se chamava Drain até descobrir outro Drain nos Estados Unidos. STH significa "Stockholm International Airport". Dream Syndicate - Homenagem ao grupo avant garde do mesmo nome ao qual pertenciam Lamonte Young e John Cale. Dream Theater - Originalmente chamados de Majesty, mudaram o nome para o de um teatro na vizinhança em Los Angles. Duran Duran - Vilão do filme "Barbarella" estrelado por Jane Fonda. Durutti Column - Brigada da Guerra Civil Espanhola liderados pelo anarquista libertador Buenaventura Durruti. Eagles - Influenciado pelos Byrds e querendo um nome bem americano, Bernie Leadon conta: "Bem, nós todos queríamos um nome que fosse curto e conciso, que invocasse uma imagem. Nós achávamos que o nome seria muito importante. Todos estavam lendo Castaneda naquela época e queríamos um nome que tivesse alguma conotação mitológica. Frey queria um nome que pudesse servir para uma gangue de rua de Detroit e Henley estava envolvido com coisas indígenas. Todo mundo queria um nome simples e forte." Echo And The Bunnymen - Echo é a marca da bateria eletrônica utilizada nas primeiras demos. Ed Gein's Car - Ed Gein foi um serial killer/cannibal que foi pego nos anos 50. Seu carro foi exposto como curiosidade por alguns anos na Feira do Estado de Wisconsin, onde Gein tinha sua fazenda. Einsturzende Neubauten - Pode ser traduzido como "Prédios Novos Desmoronando". Electric Hellfire Club - "Hellfire Clubs" geralmente são clubes sociais decadentes cuja função dos seus membros é de se divertirem e escandalizarem os demais. Existiram vários pela historia afora. Elton John - Tirado dos músicos Elton Dean and John Baldry. Seu nome verdadeiro é Reginald Dwight. Elvis Costello - Sua bisavó realmente se chamava Costello e seu pai já usava o nome artístico Day Costello. A família na verdade se chamava MacManus. Elvis Hitler - Mesmo princípio de Marilyn Manson, ou seja, combinar dois nomes famosos, com reputações distintas, para criar o choque. Elvéz - Ele se auto intitula o Elvis mexicano. Ele rouba suas músicas, muda as letras para tópicos latinos, se veste como Elvis, etc. Dizem que ele é muito divertido ao vivo. EMF - Acrônimo para "Epsom Mad Funkers". O boato de que significaria "Ectasy Mother Fuckers" é incorreto. Engelbert Humperdinck - Ele tirou seu nome artístico do compositor de "Hansel and Gretel". Engenheiros do Hawaii - Tudo começou em 1984 na Faculdade de Arquitetura em Porto Alegre, onde o grupo estudava. Existia uma rixa entre o pessoal de arquitetura e engenharia. Os estudantes se envolviam em rixas curriculares, filosóficas, estilos de vidas, etc. Enfim, o pessoal da arquitetura inventou um apelido para acabar com os inimigos. "Todo estudante de arquitetura é meio arrogante, acha que os engenheiros estão abaixo. Tinha um pessoal na engenharia que usava aquelas roupas de surfista, e, para irritá-los, nós fazíamos questão de chamá-los de 'engenheiros' e, mais do que isso, 'engenheiros do hawaii', que é um paraíso meio kitsch". Na época, havia uma explosão de bandas punk, todas com nomes heróicos entre elas: Cavaleiros do apocalipse, Virgens Nucleares, Titãs, etc. Disse Humberto: "Sempre me assustou essa coisa heróica da música pop, porque te leva a ser meio semideus. Engenheiros do Hawaii era um nome desmistificador, ninguém nos levaria muito a sério. É um nome que até hoje nos protege de nos encararem como sacerdotes". (Colaborou: Leandro Silva) EPMD - Acrônimo para "Eric and Parish Making Dollars" (Eric e os Criadores de Bonecas da Paroquia). Epperley - Eles eram The Bugs até terem problemas com direitos autorais. Epperley é o nome da família de um amigo cujo pai é um compositor clássico. Eppu Normaali - Banda Finlandesa cujo nome é tirado de uma cena do filme Jovem Frankenstein. No filme, Igor rouba um cérebro guardado em um vidro para a criatura de Frankenstein. O rótulo dizia "anormal" embora Igor tenha interpretado como Abbey Normal. "Eppu Normaali" é Abbey Normal em finlandês. Ernie's Rubber Duckie - Inspirado no patinho de borracha do Enio, personagem do Vila Sésamo. Eurythmics - Sistema de instruções musicais criadas em 1890 que dá ênfase a respostas físicas. Eve 6 - Inspirado em episódio do programa X-Files em que apresentam 10 clones de uma garota chamada Eva. A sexta é uma louca psicopata, daí Eva-6. Eve's Plumb - Inspirado em Eve Plumb, atriz que fazia o papel de Jan no seriado dos anos 70, "The Brady Bunch". Everclear - Marca de álcool. Everything But The Girl - Traduz-se como "Tudo Menos A Garota". Loja de roupa inglesa anuncia que tudo na loja está à venda menos a vendedora. Exploited - Explorado. Extreme - Inicialmente chamado de Dream até descobrir outra banda com esse nome. Enquanto imaginavam algo em torno de ex-Dream chegaram a Extreme. Segundo o baterista Paul Geary: "O nome do nosso grupo tem muito a ver com o nosso som. De Prince a Led Zeppelin, nós tínhamos uma ampla gama de influências". Eyeless In Gaza - Nome de um romance de Aldous Huxley. Também existe a historia de Sansão que foi capturado e cegado em Gaza. Faith No More - Fé Nunca Mais. O nome anterior era Sharp Young Men, que depois mudou para Faith No Man quando seu crooner era Mike "The Man" Morris. Quando Morris saiu em 1982, evoluíram para Faith No More. Falco - Homenagem ao saltador de ski da antiga Alemanha-Oriental, Falko Weissflogg. Fall - "A Queda", um romance de Albert Camus. Fanny - Nome simpático para "bunda". As capas dos seus discos geralmente acentuam esta parte da anatomia feminina. Fastball - Nome de filme pornô. Faster Pussycat - Nome de um filme de Russ Meyer, "Faster Pussycat! Kill! Kill!" Fat Tuesday - Terça-feira gorda, véspera de Quartas de Cinza e último dia de carnaval. Fields Of The Nephilim - Um inferno mitológico. (Não são todos?) Fig Dish - Corruptela da frase alemã "fich dich", que basicamente quer dizer "vá se foder". Fine Young Cannibals - Inspirado no filme "All The Fine Young Cannibals" de 1960, estrelado por Nathalie Wood e Robert Wagner. Flaming Lips - Bala de peppermint (uma menta ligeiramente apimentada) que vêm em formato de lábios. Fleetwood Mac - Junção ligeiramente alterada dos nomes de Mick Fleetwood e John McVie, membros originais da banda. Flipper - Tirado do programa televisivo do mesmo nome, muito popular nos anos sessenta. Flipper é um golfinho. Foo Fighters - Gíria originada durante a Segunda Guerra Mundial significando UFO's (OVNI's). A palavra Foo é uma corruptela do francês "feu" significando "fogo" ou "fou", significando "insano". Dizem que tudo começou quando um grupo de pilotos da aeronáutica tentaram atirar em possíveis UFO's. Fudge Tunnel - Gíria para o canal anal. Fugazi - Gíria originada na Segunda Guerra Mundial pelo exercito italiano significando "fodido". O termo voltou a ser utilizado durante a Guerra do Vietnã pelo exercito americano. Fugees - Três membros da banda tem pais que imigraram para os Estados Unidos como refugiados (refugees). Fugs - Tirado do livro "The Naked and the Dead" de Norman Mailer. Quando o livro foi editado nos Estados Unidos, a palavra fuck foi substituído em todo o texto pela palavra fug. Galaxie 500 - Carro da década de sessenta. Gang Of Four - Grupo de líderes chinês à moda antiga que acabaram todos mortos ou na prisão. Gary Numan - Seu nome é Gary Webb. Ele tirou o Numan das paginas amarelas. Geggy Tah - O membro Greg Kurstin tem uma irmã caçula que o chamava de Geggy. Outro membro, Tommy Jordan, também tem uma irmã menor que o chamava de Tah. Mais tarde descobrem que o nome significa agradecimentos de boca em escocês. Genesis - O primeiro livro da bíblia. O nome é parte do título do primeiro disco da banda, "From Genesis to Revelation" sugerido pelo primeiro empresário, Jonathan King. George Clinton And The P-Funk All Stars - A combinações dos nomes das duas primeiras bandas de Clinton, Parliament e Funkadelic. Godsmack - Inspirado em uma música do Alice In Chains. Godsnatas - O guitarrista da banda achou a palavra no livro "A Divina Comedia" de Dante. Mais tarde alguém reparou que a palavra em inglês é "Cão de Satã" ao contrario. Então Dante usava backmasking. E aqueles evangelistas achando que Led Zeppelin tinha começado a onda. Tolinhos. Golden Earring - Inspirado no filme "Golden Earrings". Eles eram anteriormente The Tornadoes até acharem uma banda inglesa com o mesmo nome. Goldfinger - Título de um dos mais famosos filmes de James Bond. Golgotha - Essa banda de Black Metal tirou seu nome do Monte Golgotha onde Cristo foi crucificado. Grand Funk Railroad - Mutação de "The Grand Trunk Railroad", localizado em Michigan. Eles eram antes chamados de The Pack. Grateful Dead - Morto Agradecido. Nome originado de conto folclórico da velha Inglaterra. Um viajante chega a um vilarejo onde um cadáver apodrece em público. O povo se recusa a enterrá-lo por ele morrer devendo dinheiro. O viajante paga as dividas e o enterro do homem. Seguindo viajem ele é salvo em situação misteriosa creditando ao espírito agradecido do cadáver. A banda se chamava The Warlocks até descobrir que o nome já era usado. Great Big Sea - Nome tirado de canção folk de Newfoundland (Canadá) chamada "Great Big Sea Hove In Long Beach." Green Day - Trata-se de uma referência a maconha. Um dia verde é um dia em que você deixa de fazer suas obrigações para ficar fumando. Também cotado como inspiração, uma placa no filme "Soilent Verde" escrito "Green Day". A banda se chamava Sweet Children. Green River - Essa banda de Seattle homenageia o Assasino de Green River que aterrorizou a região e nunca foi pego. GTO's - Girls Together Outrageously. Frank Zappa produziu o único álbum dessa banda composta de groupies do final da década de 60. Guns N'Roses - Tirado dos nomes de Tracii Guns e Axl Rose ou de suas respectivas bandas, LA Guns e Hollywood Roses. Guttermouth - Traduz Boca de Esgoto. refere-se a quem fala muito palavrão. GWAR - O membro Jerry Springer explica que foram inspirados pelo barulho que os monstros de filmes B fazem. Happy Mondays - Antítese para "Blue Monday" do New Order. Harry Crews - Homenagem ao autor beatnick Harry Crew. A banda conta com Kim Gordon do Sonic Youth. Heathen World - Inspirado no álbum do "Throbbing Gristle" do mesmo nome. Heaven 17 - Nome tirado de uma banda fictícia mencionada no filme "Laranja Mecanica". Heavy Metal - Termo criado pelo autor beatnick William Burroughs nos anos sessenta sem nenhuma relação a música. Steppenwolf em "Born to be Wild" é o primeiro a usá-lo, "Heavy Metal Thunder", referindo-se ao barulho alto do motor das motorcicletas. Hedningarna - "Os Pagãos" em suéco. Heldon - Banda experimental francêsa. O nome foi tirado do livro "Iron Dream" de Norman Spinrad. O livro sugere ter sido escrito por um Hitler de um mundo paralelo que se uniu a fãs de ficção científica ao invés de exércitos. Helios Creed - Helios foi um deus do sol. O Colosso de Rodan, uma das sete maravilhas do mundo antigo, é uma estátua de Helios. Helloween - Trocadilho com hell (inferno) e halloween (festa americana do dia das bruxas). Helmet - Inicialmente eles se chamavam "Purple Helmet" (Capacete Roxo), depois resolveram amainar a referencia ao pênis. O nome foi sugestão de um amiga de Page Hamilton: "Ela era fascinada por tudo que era alemão. Especialmente pelo fato de eu ter morado um tempo na Alemanha." Her Majesty's Secret Cervix - Essa banda da Carolina do Norte faz um trocadilho com o filme de James Bond, "Her Majesty's Secret Service". Hole - Frase da mãe de Courtney, "Você não pode seguir com um buraco (hole) na cabeça só porque teve uma infância ruim". Hollenthon - Pequena vila no país da banda, a Áustria. (Colaborou: Leandro Testa) Honeymoon Killers - Essa banda de Nova York tirou seu nome do título de um filme noir de 1970 . Hootie And The Blowfish - O membro Darius Rucker homenageia dois ex-colegas de escola. Um apelidado de Hootie, por lembrar uma coruja (o nome é uma alusão ao barulho que a coruja faz) e o outro gordinho, apelidado de Blowfish (baiacú). Hootie também é o apelido do pianista de jazz, Jay McShann. Horace Pinker - Vilão do filme "Shoeker". Hot Tuna - A banda queria se chamar "Hot Shit", gíria que significa algo bom, "quente". A gravadora exigiu que mudassem de nome. Hot Water Music - Inspirado no livro de Charles Bukowski. HP Lovecraft - Homenageia o escritor de contos de terror. Huffamoose - Gíria canadense para sexo oral. A banda é da Filadélfia. Huggy Bear - Nome do informante negro de "Starsky and Hutch". Hüsker Dü - Norueguês para "Você se lembra?", nome de programa televisivo da Noruega onde as pessoas recordam velhas canções. O "Ü" com trema é uma letra alemã e não norueguesa. Ice T - Trocadilho com Ice Tea (Cha Gelado). O nome na verdade é inspirado no cafetão de décadas passadas conhecido pelo nome de Iceberg Slim. Este passou a escrever livros sobre gansters no final da vida para continuar fora da prisão. Seu melhor livro se chama "Pimp" (Cafetão). Icicle Works - Inspirado no livro de contos "The Day the Icicle Works Closed" do autor Frederick Pohl. Iggy Pop & The Stooges - Iggy adotou este apelido em 64/65 no High School (2º Grau) por conta de ser o baterista da banda The Iguanas. Essa banda chegou a lançar um compacto em 1965. Stooges é homenagem aos Três Patetas (The Three Stooges). Impotent Sea Snakes - Traduz-se Cobras do Mar Impotentes. Banda punk teatral de travestis. Seus shows têm fama de ser muito engraçados e possivelmente ilegais em alguns lugares. Industrial Music - Peter Christopherson da banda Throbbing Gristle cunhou o termo que Monte Cazazza, colaborador da banda, ajudou a promover com a frase "Industrial Music for Industrial People" (Música Industrial para Pessoas Industriais). A banda começou em meados da década de setenta e existiu até 1981. Inxs - Forma fonética para In Excess ("em excesso"). Iron Butterfly - A banda queria um nome que simbolizasse algo pesado e bonito, daí "borboleta de ferro". Seu maior hit é "In A Gadda Da Vida", que na verdade se chamava "In The Garden of Eden". Seu vocalista estava tão chapado com LSD no ensaio que só conseguia balbuciar "In A Gadda Da Vida". Os demais membros concluíram que ficava melhor assim. Iron Maiden - O nome "Iron Maiden" foi tomado do filme "The Man in The Iron Mask". A "donzela de ferro" é um instrumento de tortura composto de uma caixa repleta de lanças pontiagudas em seu revestimento interior onde o condenado era trancafiado. "Donzela de Ferro" é também um dos apelidos da ex-primeira ministra inglesa Margareth Tatcher. Irving Klaw Trio - Irving Klaw foi um fotografo dos anos cinqüenta. It's A Beautiful Day - "É Um Lindo Dia"; banda hippie de San Fransisco. Precisa-se dizer mais? James - Homenageia James Joyce. Jamiroquai - Duas versões. Jay Kay se interessa pelos indios Iroquai e quer uma banda que possa tocar "jam" (improvisando). Termo australiano para uma banda com um hit só. Jane's Addiction - O Vicio da Jane. Duas versões. Jane seria um ex-empresário viciado ou uma prostituta que adorava a banda quando eles ainda estavam começando. Desta forma, a banda seria o vício de Jane. Jefferson Airplane - Jefferson homenageia Blind Lemon Jefferson, bluseiro dos anos vinte que teria sido o primeiro negro a gravar um blues (junho 1926). Airplane teria sido o nome do cachorro de um amigo. Outros dizem que Jefferson Airplane é gíria para uma marica feita de fósforo de papelão dobrado. Jelly Roll Morton - "Jelly Roll" é gíria para o pênis. Este misto de pianista e cafetão de New Orleans foi um dos primeiros músicos de jazz na história do estilo. Jesus Chrysler Supercar - Parodia com a rock opera "Jesus Christ Superstar". Jesus Jones - Quando na Espanha, repararam que eram os Jones (britânicos) cercados por pessoas com o nome de Jesus. Jethro Tull - Foi o nome de um fazendeiro inglês que inventou uma técnica agrícola nova no século XVIII que deu origem ao arado de hoje. A banda vivia mudando de nome a cada show (Navy Blue, Bag of Blues, Ian Henderson's Bag of Blues) até começaram a dar sorte com o nome Jethro Tull. Jimmie's Chicken Shack - Homenageia um restaurante do Harlem que Charlie Parker e Malcom X frequentavam. John Cougar Concentration Camp - Paródia ao nome do roqueiro de Indiana, John Cougar Mellencamp. Johnny Rotten - "Joãozinho Podre" ganhou seu apelido por causa dos seus dentes poderes. Joy Division - Termo tirado do livro sado-masoquista "The House of Dolls" de Karol Cetinsky. Durante a Segunda Guerra Mundial, setor dentro de um campo de concentração nazista onde mulheres deportadas eram forçadas a se prostituírem. Judas Priest - Sacerdotes de Judas. Nome tirado da canção "The Ballad of Frankie Lee and Judas Priest" de Bob Dylan. Kentucky Headhunters - Os "Caçadores de Cabeças de Kentucky" tiraram seu nome de uma banda antiga de Muddy Waters no anos cinqüenta chamada Headchoppers ("Cortadores de Cabeças"). Kill Me Kate - Frase tirado do filme "From Dusk Til Dawn" Killdozer - História de ficção científica sobre um trator assassino escrita por Theodore Sturgeon nos anos 40. Em 1974, um filme de TV continha história similar. King Crimson - Peter Sinfield, letrista da banda criou o nome como sinônimo para Belzebub. King Missile - Personagem de história em quadrinhos japonês. Kinks - "Kinky" é um termos relacionado a sexo e moda. Kiss - Significa Beijo. O nome foi escolhido por soar perigoso e sexy. O acrônimo "Knights In Satan's Service" ("Cavaleiros a Serviço de Satã") foi uma inteligente e lucrativa maneira para ajudar evangelistas a colocarem o medo de Deus no homem comum. Klf - Kopyright Liberation Front - ou seja Frente para Liberação dos Direitos Autorais, o que resume bem suas ideologia em relação a samplear outros artistas. Kmfdm - "Kein Mitleid Fuer Die Mehrheit"; traduzindo fica Nenhuma Simpatia Com A Maioria. Konstructivists - Homenageia movimento artístico russo que utiliza elementos estruturais e engenharia. Korn - Varias versões propagadas pela própria banda. Referente a lenda urbana sobre um homem que comeu milho estragado e teve diarréia. Corruptela para Kiddy Porn (Pornografia Infantil). Ou não quer dizer nada mas a banda gostou do nome assim mesmo. Kraftwerk - Alemão para "Usina de Força". L7 - Gíria antiga para "quadrado" (careta, ultrapassado). Laibach - A banda vem da cidade Eslovénia Ljubljnana que em alemão, segunda língua do país, se escreve "Laibach". Led Zeppelin - O baterista do the Who, Keith Moon, achou que a banda de Jimmy Page, que ainda se chamava The New Yardbirds, era pesada como chumbo e flutuava como um Zepelim. Daí Lead Zeppelin (Zepelim de Chumbo). Um Zepelin trata-se de um balão dirigível em forma de charuto. Mais tarde o nome foi mudado para Led Zeppelin para não ter dúvidas quanto à pronúncia. Lemonheads - Bala de limão. Level 42 - O livro "The Hitchhiker's Guide to the Galaxy" apresenta um supercomputador que tem respostas para tudo chamado de 42. Para evitar problemas autorais ele colocaram a palavra Level (Nível) na frente. O boato de que teria sido tirado de uma placa no filme "Brazil - The Movie" é errado. LFO - Lyte Funky Ones Limp Bizkit - O nome Limp Bizkit surgiu durante uma conversa entre o vocalista Fred Durst e um amigo que diz que seu cérebro parece um "limp biscuit" (uma bolacha amolecida). Ele gostou da idéia e adotou o nome. Linkin Park - A banda se chamava "Hybrid Theory", mudou o nome para "Linkin Park" por questões legais porque já existia uma outra banda com esse nome. Eles escolheram esse nome porque o Chester Bennington (vocalista) costumava dirigir pelo Lincon Park em Santa Mônica (que era uma vizinhança onde os desabrigados costumavam ir) e esse nome ganhou a atenção de todos por sua boa sonoridade. Eles mudaram alguma coisinha no nome porque assim eles poderiam comprar o domínio pois o linconpark.com era muito caro. (Colaborou: Leonardo Apolinário) Lipps, Inc. - Trocadilho com 'lip-sync' (Sincronismo labial). Little River Band - Banda australiana que tirou seu nome de uma placa na estrade entre Melbourne e Geelong. Living Colour - Inspirado na introdução dos filmes antigos de Walt Disney: "The following program is brought to you in living color". Love And Rockets - Revista em quadrinhos dos irmãos Gilbert e Jaime Hernandez. Lovin' Spoonful - Tirado da letra de "Coffee Blues" de John Hurt. Gíria para esperma. Luscious Jackson - Corruptela para "Lucious Jackson", jogador veterano de basquete. Luzifer Sam - Banda alemã inspirada na música "Lucifer Sam" do Pink Floyd. Lynyrd Skynyrd - Tirado de Leonard Skinerd, irritante professor de educação física de um dos membros. Man Will Surrender - Variação para "Man Should Surrender" de Pailhead. Manic Street Preachers - James Dean Bradfield foi inspirado por um vagabundo pregador que ele encontrou certo dia. Mano Negra - "Mão Negra" em espanhol. Gíria espanhola para roubar. Manowar - Uma referência a man (homem) e war (guerra). Foi também nome de um famoso cavalo de corridas. É também um termo usado para designar navios de guerra. Mansun - Trocadilho com o nome Charles Manson, porem o nome foi inspirado na música "A Man Called Sun" do The Verve. Marillion - Inspirado no livro "Silmarillion" de JRR Tolkein. Foi modificado para Marillion para evitar problemas com direitos autorais. Marilyn Manson - A junção dos nomes Marilyn Monroe e Charles Manson. Duas celebridades de fama extremamete opostas. Mary Prankster - Inspirado no grupo de intelectuais que criaram os eventos que culminaram no chamado Acid Rock. Nos anos 50, dois psicólogos de Harvard, Richard Alpert e Timothy Leary, estavam fazendo pesquisas com LSD em colegas e prisioneiros. Em 1963 Alpert e Leary estavam indo a público promovendo entusiasticamente as virtudes do LSD como uma poderosa arma para mudanças sociais. Foram sumariamente dispensados de Harvard. Eles se uniram então a diversos autores beatnick como Allen Ginsberg, Lawrence Ferlinghetti e Gary Snyderem na costa oeste americana. Em varias reuniões, chamados "Happenings" debatiam e promoviam o LSD como uma droga que expande a mente humana. Ken Kesey, autor de "One Flew Over The Cuckoo's Nest" ("O Estranho No Ninho") começou a dar festas onde serviam refresco com a droga. Tocavam música bem alta, faziam jogos com a luz e realizaram diversos jogos e brincadeiras complexas para a educação e entretenimento geral. As brincadeiras passaram a ser chamadas de Acid Tests e a turminha que organizavam as festas de Merry Pransksters. Em 1966 a brincadeira foi a público quando o Grateful Dead começou a oferecer refresco de graça antes dos seus shows. Nascia o Acid Rock e a Revolução Psicodélica. MC5 - "Motor City Five" são cinco hippies de Detroit, cidade cujo o apelido é Motor City pela pesada industria automobilística existente. Mccoys - Vem da música McCoy da banda The Ventures. Meat Loaf - Era o apelido de infância do cantor Marvin Lee Aday, por causa de sua gordura. A tradução aproximada é "bolo de carne". Megadeth - Depois de sair do Metallica, Dave Mustane formou sua banda e a batizou com um nome inspirado no termo militar "megadeath". Uma megadeath é a morte de um milhão de pessoas, portanto, exemplificando, a Segunda Guerra Mundial obteve 80 megadeaths. Mekons - Vilão de historia em quadrinhos inglesa "Dan Dare", publicadas pela Eagle Comic. Melvins - Termo em inglês para a velha brincadeira de chegar por trás de um sujeito e puxar sua cueca pra cima o máximo possível. Isso se chama "dar um melvin". Metallica - Lars Ulrich ajudava um amigo bolar o nome de um metal fanzine. Uma das sugestões foi Metallica que não foi aproveitado para a revista. Lars então pegou para ele. Mighty Mighty Bosstones - Essa banda de ska/punk se chamava the BOSSTONES por conta de sua cidade, Boston. Depois descobriram um grupo accapela de 1950 com esse nome. Um amigo barbeiro sugeriu adicionar "the mighty, mighty". Mind Benders - Nome do filme estilo terror inglês de 1962. Ministry - Inspirado no filme B, "Ministry of Fear" Misfits - Nome de filme de 1961 estrelado por Clarke Gable e Marilyn Monroe. MK Ultra - Nome código da CIA para experiências com LSD realizadas em 1950 e inicio dos 60. Alem desta banda existe um tabloide gótico com esse nome. Modern Vending - Nome de companhia de salgadinhos (snacks) em Indianapolis. Mollies Revenge - Molly é gíria inglesa para prostituta.. Molly Hatchet - Assasina do Século XVIII que tinha o costume de decapitar seus amantes. Monster Magnet - Tirado da música "The Return Of The Son Of Monster Magnet" de Frank Zappa. Moody Blues - A inspiração veio da música "Mood Indigo" de Duke Ellington. Mortiis - A intenção era "morte" em latim porem escreveram errado. Acabaram gostando do nome assim mesmo. Mothers Of Invention - No inicio de 1964, Frank Zappa se juntou a uma banda chamada The Soul Giants. No Dia das Mães mudaram o nome oficialmente para the Mothers (abreviatura de Motherfuckers). Quando em 1966 após gravarem o álbum de estreia (Freak Out), Verve, a gravadora, informou que não poderia lançar um produto com o nome Mothers nele. O meio termo se tornou the Mothers Of Invention. Motorhead - Cabeçote de motor. Gíria para quem está sempre tomando anfetamina e nome de uma poderosa anfetamina que o vocalista Lemmy usava quando fazia parte da banda Hawkwind. Era também o nome de uma das músicas deste seu primeiro grupo. Mott The Hoople - Nome de romance escrito por Willard Manus. A banda era chamda de Silence. Mr. Mister - Vem do título de música do T. Rex. Muddy Waters - Águas Lamacentas. Seu nome é McKinley Morganfield e ganhou seu apelido em uma referência as águas lamacentas do Mississippi de onde ele vem. Mudhoney - Um filme de Russ Meyer. Mugwumps - Tirado do livro Naked Lunch de William Burroughs. Cass Elliott era membro antes de se unir aos Mama's And the Papas's. Mussolini Headkick - Nome de uma música do Cabaret Voltaire. Mutantes - Segundo Sérgio Dias: "A gente lia muito ficção científica. Tinha um livro chamado O Império dos Mutantes, do Stefan Wul, e foi daí que veio o nome." My Bloody Valentine - Nome de um filme de terror. Mystery Machine - Nome do furgão que pertence à turma do Scobby-doo. Naked Lunch - Título do famoso livro de William Burroughs. Natas - Grupo de rappers bem hardcore querendo um nome do mal. Escolheram Satã ao contrario. Ned's Atomic Dustbin - Título de um épisodio de "The Goon Show", velho programa estrelando Peter Sellers. Negativeland - Título de uma música da banda alemã Neu. Nerf Herder - Não quer dizer absolutamente nada. O nome vem de um texto no filme "Guerra Nas Estrelas" quando a Princesa Léa e Hans Solo estão discutido. Entre outras coisas que só deverão ter nexo numa galaxia muito longe daqui, ela o chama de Nerf Herder. New Order - "A Nova Ordem" como também "A Nova Ordem Mundial" são expressões muito usadas por Hitler antes e depois da Segunda Guerra Mundial. Se refere a Alemanha e Nazismo assim como "Joy Division" (nome da antiga banda dos integrantes). Nickelback - Mike Kroeger (baixista) foi quem batizou a banda com o nome de Nickelback. Ele trabalhava em um café de Vancouver, onde o café custava $1,95 e sempre tinha que dizer "here's your nickel back". De tanto repetir isso, na hora que pediram sugestão do nome da banda, Mike falou "Nickelback" e todos aprovaram. (Colaborou: Leonardo Apolinário)
Nine Inch Nails - Trent Reznor achou que ficava legal as iniciais NIN quando escritas. O nome é referente ao tamanho dos pregos de um caixão. Nirvana - Estado avançado de espírito na cultura hindú. Nocturnal Emissions - Emissões Noturnas. Ou seja, esperma. Nofx - Forma simplória para "no effects" ("sem efeitos"). Uma banda punk honesta não quer mesmo muita parafernália tecnológica no som. Nota - Significa "None Of The Above" ou em português NRA (Nenhuma Resposta Acima). O'jays - Homenagem ao DJ Eddie O'Jay que os ajudaram no inicio ainda em Cleavland. Eles se chamavam The Mascots. Oasis - É o nome de um centro esportivo em Swindon, Inglaterra. Offspring - Tiraram o nome do filme B "The Offspring - They Were Born To Kill" (Os Decendentes - Eles Nasceram Para Matar). Oingo Boingo - Swahili (lingua falada em Uganda) para "pensando enquanto dança". Eles começaram como um grupo teatral chamados "The Mystic Knights of the Oingo Boingo" (Os Cavaleiros Misticos de Oingo Boingo). Omd - Orchestral Maneuvers in the Dark (Movimentações Orchestrais no Escuro). Orb - Invenção de Woody Allen para seu filme "Sleeper". The Orb é uma bola de prata que deixa você "legal" quando tocado. Orgy - Uma referencia à orgia de som que eles criavam. A conotação sexual também ajudava a atrair público. Our Lady Peace - Essa banda Canadense tirou seu nome de um poema de 1940 escrito por Mark Van Doren. Ozomatli - Deus Asteca da dança. Ozzy Osbourne - "Ozzy" é seu apelido desde criança. P.O.D. - Abreviação de "Payable on Death". Palavra técnica usada nos bancos. Quer dizer que quando uma pessoa morre alguém vai herdar seu dinheiro. Então é necessário que essa pessoa morra para herdar e isso é uma referência à pessoa de Cristo, porque Ele morreu pelos homens. (Colaborou: Leonardo Apolinário) Pansy Division - Parodia de Joy Division. Pansy é uma outra forma de falar homosexual mais antigo do que o hoje popular "gay". Pantera - Eles eram chamados de Pantego, nome de cidade texana, antes de preferir a palavra portuguesa Pantera. Pearl Jam - Uma das prováveis origens do nome Pearl Jam tem a ver com uma geleia (jam em inglês) feita pela avó de Eddie Veder (chamada Pearl) cuja composição incluía peyote. Outras versões informam que Pearl Jam seria gíria, significando esporra. Eles quase se chamaram de "Mookie Blaylock" em homenagem a um jogador de basquete. Penetrators - Homenagem a canção "Penetration" dos The Pyramids, a primeira canção que eles aprenderam a tocar juntos. Pennywise - Nome do palhaço no livro "It" de Stephen King. Pere Ubu - Personagem da peça Ubu Roi de Alfred Jarry. Perry Farrel - Esse nome artístico veio da junção de seu nome verdadeiro, Perry Bernstein com a do seu irmão, Farrel Bernstein. Phantom Tollbooth - Nome de livro infantil escrito por Norton Juster. Phish - Corruptela do nome do baterista, John Fishman. Phobos - Nome de uma das luas de Marte. Phobos também quer dizer "medo" em grego. Pigpen - Essa banda de Nova York homenageia aquele menino sujinho da Turma do Charlie Brown. Pink Floyd - O nome Pink Floyd é a junção dos nomes de dois antigos músicos de Blues, Pink Anderson e Floyd Council (Dipper Boy), que influenciaram Syd Barret. Syd nomeou a banda com o nome de um dos discos da dupla, The Pink Floyd Sound, mais tarde abreviado para Pink Floyd. Por pouco eles não se chamaram de "Anderson Council" ou "Megadeath". Pixies - O guitarrista que estava aprendendo inglês achou a palavra no dicionário, que quer dizer "fada". Acharam engraçado um sujeito imenso como Black Francis sendo membro de uma banda chamado "Fadas". Pj Harvey - Polly Jean Harvey Poco - Inicialmente eram Pogo mas o criador da revista em quadrinho processou. Pogues - Vem de "Pogue Mahone", que em irlandes classíco ou celta, escreveria-se assim: Póg Mo hÓn, traduzindo em inglês fica "kiss my ass" (beija minha bunda) que é o nosso equivalente a dizer "vá tomar no !@#$%". Police - Stuart Copeland teve a brilhante ideia de usar um nome que estaria TODOS os dias em TODOS os jornais de TODO o mundo. Que tal essa, como jogada publicitaria? Poop Shovel - Inspirado nos "Pooper Scoopers" pazinhas de plastico vagabundas para tirar cocô de cachorro da calçada. Pop Will Eat Itself - Tirado de um artigo do jornal New Musical Express que perguntava, "Will Pop Eat Itself?" Portishead - Nome da cidade na Inglaterra. Pretenders - Segundo Chrissie Hynde: "Eu estava saindo com um cara e um dia quando fomos a um bar ele queria tocar uma música pra mim, só que escondido dos amigos dele que também estavam lá. A música era "The Great Pretender", de Sam Cooke. Aí eu pensei: um dia eu ainda vou usar isso em alguma coisa". Pretty Boy Floyd - Nome de famoso mafioso e assassino. Pretty Things - Homenageia a música "Pretty Thing" de Bo Diddley. Primal Scream - Livro de Arthur Janov. Primus - "Primeiro" em latim. Eles originalmente se chamavam de Primates antes de achar outra banda com este nome. Procol Harum - Latim para "Além dessas coisas". O nome do gato do Keith Reid's. Prodigy - Tirado do Moog Prodigy, primeiro sintetizador de Liam Howlett. Professor Longhair - Todo pianista de bordel era chamado de professor certa época. Este tinha cabelos compridos. Gravou um grande numeros de blues para a Atlantic nos anos 50. Propellerheads - Outra gíria para víciado em computadores. Psychedelia Smith - Parodia de Delia Smith, que tem programa culinário na TV inglesa. Psychedelic Furs - Embora toquem pop, eles gostam de música psicodélica. Furs homenageia "Venus And Furs" do Velvet Underground. Psychefu Nkapus - Personagem em uma música dos Funkadelic. Puskas - Essa banda Hungara homenageia o lendário jogador de futebol, Ferenc Puskas que também era conhecido em sua terra como um cara festeiro. Pussy Galore - Personagem do filme "Goldfinger" da série de James Bond. Pylon - Um romance de William Faulkner. Queen - Segundo Freddie Mercury: "Eu sempre tive a idéia fixa de chamar a banda de Queen. Este era um nome muito forte, muito universal e imediato, tinha uma visão de potência e estava aberta a vários tipos de interpretação. Eu estava ciente da possível conotação gay ao nome, mas essa era apenas uma das várias 'caras' para o nome." Radiohead - Tirado da música "Radio Head" dos Talking Heads. Rage Against The Machine - A primeira banda do vocalista Zack De La Rocha se chamava Inside Out, e chegou a lançar um CD. O nome do segunto CD desta banda seria Rage Against The Machine, mas esse segundo CD nunca chegou a ser lançado. Zack então aproveitou o nome para a sua nova banda. Rainbow - Nome inspirado no Rainbow Bar & Grill, ponto-de encontro dos roqueiros em Los Angeles. Ramones - O Beatle Paul McCartney usou o pseudônimo Paul Ramone durante a primeira excursão dos Beatles à Escócia. A banda tomou emprestado dele o sobrenome. Rapeman - Nome homenageia personagem violento de história em quadrinhos japonesa. Rasputina - Variação com o nome de Rasputin. Red Hot Chilli Peppers - Pimentas vermelhas ardidas. Segundo Anthony Kiedis: "Eu acho que foi em 1983 o primeiro show em que nós tocamos e fomos chamados de Tony Flow and The Miraculously Majestic Masters of Mayhem. Logo após o show, nós chegamos a conclusão que o nome era uma droga. Depois de uma semana pensando em milhares de nomes, o Flea veio com a idéia do nome Red Hot Chili Peppers que parecia muito apropriado pois transmitia energia, cor e sons". REM - Trata-se da sigla para "Rapid Eyes Movements", movimentos rápidos e espasmódicos dos olhos durante o sono que marcam o início dos sonhos. Reo Speed Dealer - Parodia do Reo Speedwagon. Reo Speedwagon - Nome de furgão da Oldsmobile na década de 30. REO significa Ransom Elliot Olds, nome do fundador da Oldsmobile Car Company. Replacements - Os Substitutos. A história diz que foram substituir uma banda que faltou. Quando perguntaram o nome da banda, Paul Westerberg informou, "somos os substitutos". Rhapsody - Rapsódia. Fragmento ou trecho de poemas épicos. Ridel High - O High School no filme Grease. Rolling Stones - Pedras Rolantes. Brian Jones escolheu o nome por causa da frase "A rolling stone gathers no moss" (Pedras rolantes não criam limo) e da música Rollin' Stone, ambas frase e canção de Muddy Waters. Roosters - Nome tirado da canção "Little Red Rooster" de Howlin' Wolf. O galo (rooster) na canção tem como conotação o pênis. A banda é de Nova Jersey. Rosetta Stone - Pedra encontrado no deserto do Egito pelo exército de Napoleão contendo uma mensagem em três línguas diferentes. Através dessa pedra os arqueólogos puderam começar a traduzir hieróglifos egípcios. Rush - Estavam todos preocupados pois já tinham uma apresentação marcada porem ainda não tinham nome. O irmão mais velho de John Rustley deu como suggestão Rush. Samhain - Nome que se dá para o ano novo celta, que evoluiu para o Halloween (Dia das Bruxas nos Estados Unidos).
Savage Garden - Tirado de um livro de Ann Rice.
Save Ferris - Cartaz no filme "Ferris Bueller's Day Off" ("Curtindo a Vida Adoidado"). Screamin' Cheetah Wheelies - Inspirado em um desenho com cheetahs (leopardos). Screaming Trees - Marca de pedal de guitarra. Scritti Politti - Título de uma declaração política escrita por Antônio Gramsci, um italiano marxista. Selector - Tanto na Inglaterra como na Jamaica, selectors são os Disc Jockeys que tocam os discos para que os rappers possam dar sua mensagem. Sepultura - Segundo o baterista Igor Cavalera: "Sepultura é um nome que eu e meu irmão (Max Cavalera) inventamos com 13 anos de idade. Como a gente morava em Belo Horizonte, uma cidade super conservadora, com uma igreja em cada esquina, achamos que um jeito de chocar na época era chamar a banda de Sepultura. Tiramos o nome de uma música do Motorhead, 'Dancing on Your Grave'. Lembro que fizemos até um teste, nem existia a banda ainda, mas a gente falava que sim. Aí chegamos na minha avó: 'Vó, nossa banda chama Sepultura'. Ela ficou apavorada! Daí, pronto, deu certo. Não tivemos nenhuma visão nem sonho para escolher o nome da banda. Foi mesmo uma coisa de dois moleques idiotas em BH." Sex Pistols - O nome da banda foi baseado no nome da loja de Malcolm McLaren (Sex). É também uma conotação para o pênis. Sigue Sigue Sputnik - Nome de gangue de rua Russa. Sputnick é o nome de um satélite russo. Silverchair - Homenagem híbrida juntando "Sliver" do Nirvana com "Berlin Chair" do You Am I. Silverfish - Um inseto. Simple Minds - Tirado de uma frase da canção "Jean Genie" de David Bowie. Simply Red - Mick Hucknall trabalhava à noite como DJ. Quando alguém perguntou como gostaria de ser chamado, ele disse: 'Just Red' ('apenas vermelho'), um apelido de infância do cantor por causa de seu cabelo extremamente avermelhado. O gerente então perguntou: 'Como assim?'. 'Simply Red' ('simplesmente Vermelho'), Mick respondeu. Siouxsie And The Banshees - Baseado no filme "Cry of the Banshee", estrelado por Vincent Price. Sisters Of Mercy - Tributo a Leanord Cohen, autor de canção do mesmo nome. Sisters Of Murphy - Essa banda Irlandesa fez uma parodia com Sister of Mercey. Skid Row - Gíria para Sarjeta. O nome foi uma sugestão de Jon Bon Jovi. A banda iria se chamar Skip Rope (Pular Corda). Skunk Anansie - Anansie é uma criatura pertencente ao folclore Jamaicano. Ele seria meio homem, meio aranha e vive a praticar trotes. Skunk é gambá. Existe uma espécie de canabis geneticamente alterado em laboratório e de cheiro bem acentuado que atende por esse nome. Skyclad - Termo pagão para nú. Slayer - Carrasco. Inspirado no filme "Dragonslayer", muito embora no disco Divine Intervention você encontra os dizeres "Satan Laughs As You Eternally Rot" ("Satã Rir Enquanto Você Apodrece Eternamente"). Sleater-Kinney - Nome da rua onde ficava o estúdio de ensaio em Lacey, Washington. Sleeper - Título de um filme de Woody Allen. Smack - Popularmente é usado como a onomatopéia para o barulho de um beijo estalado. Porem é também gíria para heroina. Small Faces - Inspirado na canção do Who "I'm the Face". "Face" (rosto) é gíria Mod para uma pessoa cheia de estilo e bem apresentada, algo importante entre os Mod's que os destacam de sua antítese, os Rockers. Os membros eram de pouca estatura tornando-os Small (pequeno) Faces. Quando os mais altos, Rod Stewart e Ron Wood entraram na banda, o Small caiu. Smashing Pumpkins - Billy Corgan, vocalista, guitarrista e líder já deu várias explicações. O nome poderia ter vindo de uma piada sobre Halloween, que usa a abóbora (pumpkin) como símbolo. Em outra explicação, ele diz que Gene Simmons do Kiss apareceu em um sonho seu e disse "Joe Strummer is a pumpkin, drunken and smashed!"(Joe Stummer é uma abóbora bêbado e chapado). Mas o que ele mais afirma é que o termo smashing é usado no sentido de "arrasador", não como um verbo conjugado. O certo é que sua cidade natal é produtora de abóboras e há quem diga que o nome (Esmagando Abóboras) é uma vingança a um comentário de uma ex-namorada que teria lhe dito que ele não realizaria nada na vida e jamais conseguiria sair da cidade. Smithereens - Inspirado na célebre frase do personagem de desenho animado Yosemite Sam, "I'll blow you varmints to smithereens", algo tipo "Vou explodir vocês, cambada de vermes, para longe". Smiths - Segundo uma biografia da banda, eles queriam um nome genérico que não denunciasse nenhum estilo especifico de música. Em uma entrevista à revista inglesa X, Morrisey conta que o nome surgiu porque Smith é o nome mais comum na Inglaterra, portanto parece algo comum e pejorativo, o que caía bem com as letras deprê e com aquela ironia sem esperança da banda. (Colaborou: Kiko) Soft Boys - Combinação de dois livros de William Burroughs, "Soft Machine" e "Wild Boys". Soft Machine - Nome de um livro de William Burroughs. Sonic Youth - Combinação dos nomes de duas bandas dos anos 70, Sonic Rendezvous Orchestra e Big Youth. Sons Of Midnight - Clube social no estilo Hellfire do Seculo XIX. Soulfly - Alma Voa. Max Cavelera homenageou seu afilhado falecido. Spandau Ballet - Termo nazista para designar as contorções dos judeus enquanto estavam sendo asfixiados por gás. Havia uma imensa câmara de gás na cidade de Spandau. Speedball - A heroina quando injetada ou inalada geralmente deixa você ligeiramente enjoado nos primeiros instantes. Misturando um pouco de cocaína com a heroina você evita este enjôo. Essa mistura se chama Speedball. Spk - "Socialist Patients Kollectiv", violento grupo terrrorista alemão saidos de uma instuição mental no final da década de 60. Spring Heel Jack - Refere-se à lenda de uma criatura sobrenatural que assombrava a cidade de Liverpool na época Vitoriana, assustando os cavalos e todo o povo em geral. Squirrel Nut Zippers - Tipo de bala. Steely Dan - Um brinquedo com formato fálico feito de metal usado para prazer sexual. Termo criado por William Burroughs no seu livro "Naked Lunch". Steppenwolf - "Lobo da Estepe", nome baseado no livro homônimo do escritor alemão Herman Hesse. Sting - Quando ainda tocava em uma banda de jazz, Gordon Summers usava uma camisa amarela com listas pretas que mais lembrava uma abelha. Seu apelido Sting (ferroada) veio dali. Stinking Lizaveta - Essa banda da Filadélfia tirou seu nome do livro de Dostoyevski "The Brothers Karamazov." Stone Roses - O grupo começou com o nome de "Patrol", mudando logo depois para "English Rose", em homenagem à música da banda "Jam". Em 1985, a banda combinou os nomes de seus ídolos, "English Rose" e "Rolling Stones". Stone Temple Pilots - Eles eram chamados de Mighty Joe Young, porem este era o nome de um cantor de blues. Gostavam do emblema do óleo de motor STP e começaram a buscar nomes com essas iniciais. Foram de Shirley Temple's Pussy para Stereo Temple Pirates até chegarem finalmente em Stone Temple Pilots. Stryper - Tirado de texto biblico encontrado em Isaias 53:5. Styx - Mitológico rio que as pessoas cruzam para chegarem no inferno. Sugar Ray - Homenagem ao boxeador Sugar Ray Leonard. Eles ensaiavam em um estúdio que pertencia ao lutador. Superfriendz - Referente ao desenho animado "Os SuperAmigos". Supergrass - Grass (grama) é gíria para maconha. Supertramp - O nome provem do livro "Autobiography Of A Supertramp", escrito por R.E. Davies em 1910. Swans - Cisnes. O mesmo raciocínio da banda Cinderella. O líder Michael Gira queria um nome diretamente oposto ao som brutalmente abrasivo que tocavam no inicio de carreira. System Of A Down - O nome vem de um poema do guitarrista, Daron, chamado Victims Of A Down. System foi escolhida por ser uma palavra mais forte. T. Rex - O Tiranossauro Rex é o maior animal que já pisou na terra. Marc Bolan queria que sua banda tivesse status igual. Talking Heads - Jargão em vídeo para aquelas tomadas dos ombros para cima, muito comuns em telejornalismo. Tangerine Dream - Sonho Tangerina. Alusão a uma viagem de acido. Taranis - Homenageia o deus celta do trovão. Teardrop Explodes - Frase nos quadrinhos da Marvel Comics. Ten Years After - Dez Anos Após. Após o que? Após a explosão do fenômeno Elvis Presley. Tesla - Tributo ao inventor Nikola Tesla. Tesla é responsável pelo desenvolvimento da corrente alternada, comunicação sem fio, radio, raio X, o Megatron - o avô do microondas e luz fosforescente. Ele também é responsável pelas teorias que levariam ao sistema de defesa hoje conhecidos por Starwars. Tesla é dono de mais de 700 patentes ao todo. Texas - essa banda Escocesa tirou seu nome do filme "Paris, Texas". Texas Is The Reason - Frase tirado da canção "Bullet" dos Misfits que fala sobre o assassinato de John Kennedy. Textículos de Mary e a Banda D'as Cachorras - O nome "Textículos de Mary" apareceu de uma história contada pela própria banda: Numa madrugada, Mary (um travesti que fazia ponto no centro de Recife) foi espancada e abandonada por quatro sujeitos até ficar ensangüentada no banheiro. Deprimida e arrasada pela situação, pegou a gilete que escondia na boca e arrancou a própria genitália, largando-a no banheiro e desaparecendo. Misturada com urina, esperma e bactérias encontradas no banheiro, a genitália sofreu uma reação e surgiram três travestis mutantes. Quando eles saem para a cidade, ficam impactados com a loucura e começam a afugentar as pessoas. Os únicos que conseguem aceitar essas três criaturas são os viciados, os meninos de rua, as prostitutas, os travestis… toda essa escória social. They Might Be Giants - Traduzindo para "Eles Podem Ser Gigantes". Nome de um filme com George C. Scott inspirado em um episódio do livro Dom Quixote. Seu fiel servo lhe questiona porque atacar os moinhos com sua lança, ao que Dom Queixote retruca, "Porque eles podem ser gigantes". Third Eye Blind - Cegueira do terceiro Olho. O terceiro olho é a intuição. Thomas Dolby - Nome verdadeiro é Thomas Morgan Robertson. Os laboratórios Dolby o processaram. Thomson Twins - Os Gemeos Thompson são os detetives gêmeos do desenho Tin Tin de Herge. Those Meddling Kids - "Esses Garotos Metidos"; Frase frequentemente dita pelos vilões dos desenhos do Scooby-Doo após serem desmascarados pelos garotos. Three Dog Night - Inspirado no costume aborigene australiano de dormir com três cães em noites estremamente frias. Throbbing Gristle - Gíria Yorkshire para uma ereção. To Live And Shave In L.A. - Título de filme pornô cujo nome é uma parodia do filme "To Live and Die in L.A.". Toad The Wet Sprocket - Nome de um quadro do Monty Python que faz graça dos nomes estranhos das bandas. Tom Jones - Inspirado no romance "Tom Jones" de Henry Fielding. Tones On Tail - Assistente de estúdio descobre uma série de tons no final da fita rolo durante as gravações do disco. Anota prontamente o aviso na capa do rolo, Tones on tail (Tons no rabo da fita). A banda resolve adotar o aviso como nome. Tori Amos - Seu nome verdadeiro é Myra Ellen Amos. Uma amiga achou que Tori soaria melhor. Toto - Segundo a versão oficial: "Quando estávamos pensando num nome pra banda, dissemos: precisamos de um nome como Toto, bem simples, fácil de lembrar e facilmente identificável em qualquer língua, na qual se você ouvir uma vez, você vai se lembrar pra sempre." Toxic Holiday - Feriado Tóxico. O baterista procurava no dicionario um nome para a banda. Leu alto a palavra Toxicology. O baixista entendeu Toxic Holiday. Troggs - O nome vem da palavra "Troglodyte" (Troglodita). Tru Smoke Diezel - Nome de um caminhão de brinquedo. Chamavam-se Monster-X mas tiveram problemas com direitos autorais. Tuscadero - Pinkie Tuscadero era a namorada do Fonzie, personagem do seriado "Happy Days", muito popular nos anos 70. Twisted Sister - Irmã Depravada. U2 - Modelo de avião usado para espionagem desenvolvidos pelo governo americano. Bono declarou certa vez que o nome vem da idéia de interatividade com o publico, "You Too", Você Também. UB40 - O grupo foi formado reunindo vários desempregados. UB são as iniciais de Unemployment Benefit, ou seja, assistência ao desemprego, existente na Inglaterra. UB40 é o nome do formulário para solicitar o beneficio. Ultraje à Rigor - Durante uma festa em que se apresentavam, Roger pensou em Ultraje, mas achou punk demais para a época. Resolveu perguntar a Edgard Scandurra (então guitarrista da banda), que chegou no meio da conversa e, sem entender direito a pergunta, disse: "Que traje? O traje a rigor?" Ultravox - Latim para "A maior voz". Urge Overkill - Nome de uma música do Parliament. Uriah Heep - Personagem do livro "David Copperfield" escrito por charles Dickens. Já o nome do personagem foi baseado no nome de um ser mitológico, espécie de duende. Urusei Yatsura - Animação japonesa. Van Halen - Trata-se realmente do sobrenome dos irmãos fundadores da banda, descendentes de Holandeses. Velvet Underground - Nome de livro sobre hábitos sexuais bizarros da sociedade americana. Antes a banda se chamou "Primitives" e "Warlocks". Venon - Veneno de Cobra. Veruca Salt - Personagem do livro "Charlie and the Chocolate Factory" que originou o filme "Willie Wonka and the Chocolate Factory" (Willie Wonka e a Fábrica de Chocolate). Verve - O "The" pertence ao nome para evitar problema legais com a gravadora Verve. A palavra Verve quer dizer talento. Voluptuous Horror Of Karen Black - Referencia a modelo e atriz Karen Black e suas participações em filme de terror. W.A.S.P. - Famoso acrônimo para "White Anglo Saxon Protestant" ("Protestante Anglo-Saxão Branco") que representa o americano "comum". A banda acena com "We Are Sex Perverts" ("Nós Somos Pervertidos Sexuais"). Walt Mink - Nome do professor de psicologia de um membro da banda. Warm Jets - Tirado da música "Here Come the Warm Jets" de Brian Eno. Weezer - Apelido dos tempos de escola do vocalista/guitarrista Rivers Cuomo que fazia barulhos quando respirava por conta de sua asma. White Cross - Nome dado para certa anfetamina. White Flag - Outra paródia do Black Flag. White Zombie - Título de filme B estrelado por Bela Lugosi. Who - Eles se chamavam The High Numbers e chegaram a lançar um compacto assim embora insatisfeitos com o nome. A lenda conta que o pessoal estava bombardeando nomes possíveis até que alguém que já estava ficando surdo para as idéias, retrucou "Os Quem?" Wings - Paul McCartney bolou o nome enquanto aguardava em uma das asas do hospital onde Linda dava a luz a um dos seus filhos. Wolfman Jack - O último dos grandes disc jockey's americanos tirou seu nome inspirado em Howlin' Wolf. XTC - Forma de escrever "êxtase". Nenhuma relação com a droga que só apareceu muitos anos depois da banda. Yes - Segundo Jon Anderson: "Queríamos uma palavra que inspirasse uma forte convicção no que estávamos fazendo. Tínhamos que ter um título forte e correto para a banda". Zephyr - Deus dos ventos ocidentais na mitologia grega. Tommy Bolin tocava nesta banda antes de se juntar ao Deep Puple. Zos Kia - título de escritos de Austin Osman Spare, considerado bruxo, muito comparado ao mais famoso Aleister Crowley. ZZ Top - De acordo com o livro "Z.Z Top: Bad and Worldwide", o nome foi inspirado num poster do bluesman texano chamado Z.Z. Hill. Queriam também um nome que sugerisse o melhor ("top"). Kid Abelha Arrow No início da década de 80, quando entregaram uma fita com suas músicas a uma rádio do Rio de Janeiro, Paula Toller, George Israel, Pedro Farah, Beni e Leoni ainda não tinham um nome para a banda. O programador Luis Mello gostou tanto do que ouviu que já quis tocar a música “ Distração “ . Foi escolhido o primeiro nome de uma lista: “ Kid Abelha e os Abóboras Selvagens “. Mutantes Arrow O grupo se formou a partir de duas bandas de colégio, a “ Teenagers Singers ” , da qual fazia parte Rita Lee, e a “ Wooden Faces “ , liderada pelo guitarrista Arnaldo Batista. Em 1965, Rita Lee, Arnaldo e seu irmão Sérgio Dias criaram o grupo “ Seis “ , cantando músicas em inglês em festivais e programas de televisão. Em 1966, o grupo passava por uma crise e, sem nome, foi a um programa de TV apresentado pelo músico Ronnie Von, que rebatizou a banda de “ Os Mutantes “, inspirado em um livro que Arnaldo estava lendo. Barão Vermelho Arrow o guitarrista Frejat e companhia encontraram inspiração no personagem Barão Vermelho, que Snoopy interpreta em seus desenhos. De chapéu, óculos e cachecol, o cãozinho pilotava sua casinha como se fora o avião do lendário herói de guerra. Titãs Arrow o nome original do grupo, “ Titãs do Iê-iê-iê , que no início queria adaptar suas canções ao estilo da Jovem Guarda, foi retirado da enciclopédia “ Titãs da Música “ . Foi sugerido pelo vocalista Ciro Pessoa, que deixou a banda em 1984. Raimundos Arrow Originalmente, o nome e o som da banda são inspirados na cultura nordestina e têm um toque de punk rock. Além de haver muitos “ Raimundos “ no Nordeste, os integrantes eram fãs dos Ramones. Por isso, optaram por algo parecido. Engenheiros do Havaii Arrow Quando o vocalista Humberto Gessinger estudava arquitetura em Porto Alegre, em 1984, havia muitas rixas entre os estudantes de arquitetura e os de engenharia. “ Todo estudante de arquitetura é meio arrogante, acha que os engenheiros estão abaixo, conta Gessinger no site oficial da banda. Como os futuros engenheiros de sua faculdade usavam roupas de surfista, Gessinger passou a chamá-los de engenheiros do Havaii.. Daí, quando montou o grupo, não surgiu nada mais apropriado. Ultraje a Rigor Arrow o vocalista Roger e o integrante Leôspa estavam tentando achar um nome para a banda durante uma festa. Roger pensou em “ Ultraje “ , mas achou punk demais. Outro integrante, Edgard, entrou no meio da conversa, meio perdidão e perguntou “ “ Que traje ? A Rigor ? Legião Urbana Arrow a inspiração da banda formada por Renato Russo, Dado Villa-Lobos e Marcelo Bomfá veio de uma frase do Imperador Júlio César: “ A Legião Urbana vence todas as coisas “ RPM Arrow Uma amiga da banda sugeriu o nome RPM (Rotações por minuto). O tecladista Luiz Schiavon mudaram o Rotações para Revoluções. Capital Inicial Arrow os integrantes vieram de dois grupos de Brasília, a “ Blitz 64 e o Aborto Elétrico, do qual fez parte Renato Russo. O nome surgiu da situação do conjunto na época da formação: ninguém tinha dinheiro para tocar, ou seja, faltava o “ capital inicial “ . Paralamas do Sucesso Arrow Não quer dizer absolutamente nada. Foi idéia do baixista Bi Ribeiro. O Rappa Arrow Na gíria popular, o rapa é o nome dado à pessoa que fiscaliza as licenças dos camelôs. Ira! Arrow Inspirado no Exército Republicano Irlandês. O nome foi usado pela primeira vez em 1981 em um show da PUC de São Paulo.. Em março de 1985, ao gravar seu primeiro LP: “ Mudança de Comportamento “ , a banda já adotava a exclamação. Charlie Brow Jr. Arrow Em 1992, quando os integrantes da banda já animavam por aí, o vocalista Chorão arrebentou seu carro num quiosque de praia. Nele, estava escrito Charlie Brown. Depois foi só colocar o Jr., pois eles se consideravam discípulos de bandas como Planet Hemp e Suicidal Tendencies. Ou seja, eram o “ júnior ” Angra - Significa "deusa de fogo" em tupiguarani. Shaaman - Primeiro era "Shaman" nome dado ao feiticeiro das religiões dos andes.. onde cabe a ele a ligação do mundo dos vivos, com o mundo dos mortos. Amon Amarth - Significa "Cavaleiro do Nórte" no antigo indo-europeu falado nas terras nórdicas antes de suas separações entre estados e países. Finntroll - Seria algo como "O troll finlandês" em finlandês. Cruachan - Cruachan era o nome do primeiro grupo druida encontrado na Irlanda... Runas em mastros mostravam estas escritas que significavam "Místicismo" Avantasia - Avantasia é uma mistura das palavras Avalon com Fantasia, escolhido por Tobias Sammet para o nome de seu primeiro "Opera Metal" Behemoth - Behemoth é o nome de uma criatura mística da mitologia eslava. Segunda as lendas, ele seria o guardião do "Mjlavych" ou o sub-mundo. ManoWar - Significa "Man of War" ou, "Homem da Guerra". Stratovarius - (esse eh engraçado) Stratovarius eh a junção dos nomes Stratocaster (estilo de guitarra) e Estradivarius (marca de violino mais famosa do mundo). Sonata Arctica - Significaria uma espécie de soneto (em latim, "sonata") proveniente do ártico (em latim, "arctic" ou "arctica") Gorgoroth - Gorgoroth é o "o limbo" na mitologia céltica. O lugar onde as almas ficariam presas em um pântano viscoso e lá permaneceriam.
Alimentação Sugar Blues é um livro audacioso, profético, chocante, elaborado por um escritor e pesquisador que esmiúça séculos de história secreta, folclores esquecidos, sábias tradições dos antigos e conceitos científicos inconsistentes, para trazer à tona a verdade sobre a mais dissimulada droga que dissolve os dentes e os ossos de toda uma civilização: a sacarose refinada, comumente chamada açúcar.Exaustivas pesquisas desenvolvidas nos grandes centros científicos evidenciam consideráveis vínculos entre o açúcar refinado e as mais alarmantes doenças modernas que vão da depressão ao derrame cerebral; entretanto, esta substância antinutriente formadora de hábito, é consumida, a cada dia, em praticamente todos os produtos utilizados na dieta do homem civilizado, do pão aos cigarros. Este livro, hoje um clássico, desmarcara o maior inimigo da nossa geração e, ao mesmo tempo, mostra como uma dieta revitalizante sem açúcar pode, não apenas mudar, mas também salvar sua vida. r Sobre o Autor William Dufty (1916-2002) nasceu no Michigan. Cursou a Universidade de Wayne e trabalhou como colunista e produtor de rádio. Carismático, escreveu para vários jornais entre eles o New York Post. Em 1950, trabalhou com sua grande amiga e famosa cantora de Jazz Billie Holliday, com quem criou a conhecida biografia “Lady Sings the Blues”. Em 1950, inspirado no livro Macrobiótica Zen de George Ohsawa, trocou o açúcar, a carne e os alimentos processados por grãos integrais e vegetais. Casou com Glória Swanson, diva hollywoodiana da década de 1920 e grande ativista da saúde, e juntos empreenderam uma cruzada contra os males do açúcar. Em 1975 publicou Sugar Blues que rapidamente se tornou um sucesso com mais de um milhão de cópias vendidas.
JORNALISMO DE RÁDIO Notícia e informação em cima da hora
Por Milton Jung em 9/11/2004 Introdução de Jornalismo de rádio, de Milton Jung, 160 pp., Editora Contexto (www.editoracontexto.com.br), São Paulo, 2004; R$ 24,90; título do OI
Sete da manhã. O telefone toca na redação de uma rádio brasileira. Ninguém atende. Um acidente na principal rodovia de acesso à capital interrompe o trânsito.
– Desloca o helicóptero para lá. O telefone volta a tocar. Na Zona Sul, a polícia ameaça entrar no prédio ocupado por famílias sem-teto. – Manda o repórter que iria cobrir a chegada do ministro no aeroporto. Mais uma vez, insistentemente, o telefone. – Deixa tocar. Tentativa de fuga em um distrito policial. É na Zona Norte. – Cadê o repórter das sete que ainda não apareceu? O toque do telefone é irritante, atrapalha a concentração do redator, que precisa terminar o texto do noticiário. Brasília avisa que a reunião ministerial vai começar mais cedo. – É muita gente para entrevistar, precisa de duas equipes por lá. O barulho do telefone ainda incomoda. O editor passa correndo ao lado. Não dá tempo de atender. Tem que entregar o cartucho com o destaque que entrará no ar dali a pouco. Do estúdio, vem um chamado: – Já confirmaram onde será a reunião dos líderes dos partidos? Quase não dá para ouvir a pergunta. O telefone atrapalha. Da central técnica, o aviso: – Rio já gravou, e Minas, também. O grito se mistura ao som do telefone. Alguém, finalmente, tem a idéia genial: "Tira o fone do gancho!" Problema resolvido. O telefone pára de tocar. Ninguém mais precisa atender a ligação. Afinal, todos têm mais com que se preocupar. Deveria ser apenas um ouvinte reclamando que, desde cedo, está sintonizado na rádio, mas até agora não conseguiu a única informação que realmente lhe interessava: a previsão do tempo. É sempre assim, dão-se todas as notícias e ainda aparece alguém para dizer que falta alguma coisa: – Rádio é bom, o que estraga é o ouvinte. A cena descrita acima não é obra de ficção. A notícia não espera acontecer. Não marca hora. Está prestes a surgir, sem pedir licença. E na dinâmica da redação, é preciso se multiplicar para cobrir todos os fatos. O tempo é curto. Ninguém consegue parar a máquina. Lembra Tempos Modernos, de Charles Chaplin. Nessa fábrica, os operários são jornalistas, seres humanos – até que provem o contrário. Na linha de montagem tem computadores sobre as mesas; na central técnica, gravadores e fios; além de centenas de pequenos botões sobre a mesa de som. Tudo e todos mobilizados para uma só finalidade, transformar fatos em notícia. A velocidade do trabalho dentro de uma redação de rádio gera distorções. Leva o jornalista a esquecer que se o objetivo é transmitir notícias, este só existe porque na outra ponta tem o cidadão para ser atendido, o ouvinte. Sem ele não há razão para o rádio ser o que é. Nem para a existência do jornalista, ou da própria notícia. Trabalha-se em função desse ouvinte , por causa dele e só para ele, por mais que os interesses comerciais, empresariais e de mercado nos levem a pensar diferente, com uma lógica consumista. O ritmo alucinante da redação é resultado da agilidade, característica marcante do rádio, da qual abrir mão nunca será viável, mesmo com a "concorrência" do telefone e de outros tantos fatores que conspiram contra a boa execução do trabalho. O jornalista que, contaminado por essa dinâmica, esquecer o motivo de estar ali, deixa de ser jornalista. Transforma-se em burocrata. Um carimbador de cartório que autoriza ou recusa um documento – no caso, a notícia – sem ter noção do impacto na sociedade da medida adotada. Este livro é para quem ainda acredita que o rádio pode ser um agente transformador, capaz de revolucionar costumes e mobilizar a comunidade. Gente que, apesar do toque imposto pela máquina – e, também, pelo telefone –, enxerga no ouvinte um parceiro na construção da notícia. Sabe que este não é apenas um consumidor. É um cidadão. E como tal tem de ser respeitado. É para você que entende ser o rádio, assim como o jornal, a revista, a emissora de televisão e o portal de notícia da internet, ferramenta da democracia, que garante à sociedade a liberdade de expressão. Este livro foi escrito para jornalistas, ainda em formação ou já formados, mas, também, para o ouvinte. Se ele for tratado pelos profissionais de rádio como cidadão, se conhecer os conflitos éticos aos quais os jornalistas estão expostos, as fraquezas que os tornam sensíveis às pressões de mercado, além de entender o mecanismo desse veículo, aprenderá a exercitar a cidadania de maneira eficaz. Caso não se identifique com o papel de nenhum dos dois personagens citados, leia este livro mesmo assim. É possível que você mude de idéia sobre o rádio e, se não se formar jornalista, quem sabe se transforme em ouvinte-cidadão. Um velho desconhecido O rádio, apesar de ter mais de oitenta anos, ainda é um velho desconhecido. Isso pode soar estranho se levarmos em consideração os números desse veículo, que alcança 96% do território nacional, a maior cobertura entre todos os meios de comunicação, com público aproximado de noventa milhões de ouvintes. Os meios impressos, muito prestigiados pelos formadores de opinião, por exemplo, são publicados em pequena escala, proporcionalmente. Calcula-se que o índice de circulação de jornais no Brasil não seja superior a 45 exemplares para cada mil habitantes. As revistas não chegam a mais de 1. 200 títulos, com tiragem que se aproxima de dois exemplares por brasileiro, por ano. A televisão, vedete no meio, está presente em pouco mais de 87% do país, com 90% da população sintonizada em alguma emissora, ao menos uma vez por semana. Esses percentuais, capazes de provocar inveja a alguns povos, atingem menos pessoas que o rádio. Não mais do que sessenta milhões de telespectadores. A internet ainda engatinha. O alcance do rádio, no entanto, não se traduz em prestígio. Nos trabalhos de treinamento de mídia com empresários, executivos, médicos e profissionais liberais, fica evidente o interesse desses pela televisão. A maioria se imagina nos programas de entrevistas ou nas reportagens dos telejornais da noite – apesar de as chances de emplacarem na TV serem muito maiores se o nome deles estiver envolvido em alguma falcatrua. Boa parte gostaria de ser personagem da matéria de capa das revistas de circulação nacional. Estar na primeira página de um dos grandes jornais também se encaixa no que poderíamos traduzir como "sonho de consumo"–- ou de ser consumido. Levantar cedo para conversar por telefone com o âncora de um prestigiado programa de rádio certamente não está na agenda de prioridades. Não podemos culpá-los por se comportarem assim. Mesmo entre os jornalistas, já nos tempos de universidade, a maioria dos meus colegas se preparava para atuar na televisão. Sonhava em ser âncora ou repórter nas maiores emissoras do país. Como sonhar não custa nada, todos queriam aparecer na famosa emissora carioca, ou em uma de suas filiadas. Assinar reportagens nos jornais mais importantes estava entre as metas daqueles que me acompanhavam na faculdade de jornalismo. Poucos, porém, esperavam ter de sair com um gravador na mão atrás de entrevistados, suplicando por uma fala para fechar uma reportagem para a rádio. Vivemos em uma sociedade fascinada pela imagem, o que explica esse comportamento. Estamos, também, em um país no qual o poder da televisão é extremamente forte. Estruturadas em redes nacionais – são cinco no total, com 374 exibidoras –-, as emissoras de TV influenciam profundamente a população, ditando costumes e apresentando tendências. Em contrapartida, temos 3.647 estações de rádio, espalhadas em vários pontos do Brasil – de acordo com dados do Grupo de Mídia, entidade que reúne profissionais de mídia das agências de publicidade. A maioria atua de forma isolada, desestruturada, e poucas têm como foco o jornalismo. Usar o rádio com competência, explorando os recursos e o alcance – principalmente hoje, com as emissoras atuando em rede, conectadas à internet – pode se transformar em interessante política de comunicação para empresas, abrindo uma linha direta com o público, interno e externo. Essa idéia se aplica, também, àqueles que acreditam ser possível fazer jornalismo no rádio com qualidade equivalente a de outros veículos, direcionado a um público fiel, que "enxerga" no âncora ou comunicador o companheiro, o amigo, o conselheiro que diariamente conversa com ele ao "pé do ouvido". Em 2001, a Coca-Cola explorou a capacidade de mobilização do rádio para lançar a campanha publicitária comemorando os sessenta anos no Brasil. Às 8h45 do dia 9 de maio, durante três minutos, formou-se rede inédita com 3.183 emissoras de rádio, que veicularam os mais importantes jingles da marca. Desde que chegou ao país, essa empresa utilizou o rádio como principal veículo de comunicação com o público. Em 1948, no seu primeiro investimento publicitário de grande porte, patrocinou o programa Um milhão de melodias, da Rádio Nacional. Com a chegada da televisão, a verba de publicidade trocou de mãos. Mesmo assim, em 2001, o maior fabricante de refrigerantes do mundo concluiu que somente pelo rádio teria condições de atingir todo o público consumidor de uma só vez, e investiu 845 mil reais para veiculação do comercial em rede. A Tramontina, maior grupo de cutelaria do Brasil, também escolheu o rádio para conversar com o público-alvo em campanha publicitária voltada para a região Nordeste, que representa 15% do volume total de negócios da empresa. A intenção foi ganhar a fidelidade do consumidor, divulgando a marca de ferramentas e equipamentos, cuja distribuição é feita em milhares de pequenos pontos de venda e cooperativas, nos quais o rádio é o principal canal de comunicação. Usar exemplos do mercado publicitário pode parecer contraditório quando o que se pretende é falar da importância do jornalismo de rádio. Conflitos entre os dois setores provocaram, em diferentes ocasiões, prejuízos à qualidade editorial, sobre a qual responde o jornalista, e à comercial, que está sob responsabilidade de executivos, financiadores e anunciantes. As divergências históricas entre jornalismo e publicidade são o álibi para a defesa da tese de que o rádio pode ser explorado com inteligência e discernimento como meio de comunicação social, transformando-se em instituição da cidadania. As duas empresas reconheceram a força de convencimento do veículo. Para tanto, é fundamental saber como o rádio se comporta diante do público, como este reage e como deve ser a atuação do jornalista. Memória de elefante O elefante, dizem os especialistas, lembra tudo o que lhe é ensinado, porque tem memória de causar inveja. Daí a expressão usada para identificar pessoas que conseguem memorizar com facilidade. O profissional do rádio bem que gostaria de ter à disposição ouvintes com memória de elefante, mas não é essa a realidade. A culpa não é do ouvinte, mas do próprio veículo, pelo que se pode verificar em trabalhos científicos realizados na área de comunicação. Um estudo publicado pela professora Maria Cristina Romo Gil, no livro Introducción al conocimiento y práctica de la radio (Diana, 1987), ilustra bem o desafio enfrentado pelo jornalista de rádio que utiliza-se apenas da voz para se comunicar com o público. O estudo concluiu que a mensagem que parte de uma fonte verbal tem 60% do conteúdo retido até três horas após a emissão. Três dias depois, restarão na memória do ouvinte cerca de 10% de tudo o que foi dito. Quando a fonte é apenas visual, os índices sobem para 72% e 20%, respectivamente. Mas se a fonte for audiovisual – com olhos e ouvidos atuando em conjunto na recepção – retêm-se 85% da mensagem até três horas após a emissão, e, três dias depois, 65% ainda é lembrado. Note que o telespectador, atento às notícias divulgadas, retém mais informações três dias após a emissão que o ouvinte que acompanhou um programa de rádio há três horas. Portanto, a mensagem radiofônica tem de ser clara e precisa, levando em consideração as dificuldades impostas pela própria característica do veículo. Mas não apenas por isso. Todo e qualquer cidadão que procura comunicar alguma coisa ou informar a alguém – entre eles, os que representam um grupo ou estão à frente de uma idéia e precisam divulgá-la – deve saber que comunicação não significa o que é dito mas o que o outro entende. Um exemplo típico: a pessoa convoca uma reunião no local de trabalho, no grupo de estudos da faculdade ou em qualquer outra situação semelhante. Durante uma hora apresenta a proposta e discute o tema com os companheiros. Ao fim da conversa, um dos participantes cruza com outra pessoa que quer saber o que foi debatido lá dentro e a informação transmitida é diferente daquela que a pessoa apresentou, ou julgou ter apresentado. Não se trata de má-fé por parte daquele que passou a informação à frente. A forma como foi emitida a mensagem é que, talvez, não tenha sido eficiente, clara e precisa. Esse processo, que lembra a brincadeira do telefone sem-fio, é mais comum do que gostaríamos, principalmente em um veículo em que os recursos para a emissão da mensagem são limitados. Isso ocorre porque entre aquilo que o emissor diz e o que o receptor entende existe uma série de fatores que provocam distorção e ruído: a forma do discurso, o tom da voz, os gestos, os elementos estranhos à informação – como o movimento de pessoas no cenário em que a mensagem está sendo emitida ou recebida. Tudo pode contribuir ou prejudicar para o entendimento do que é comunicado. Procure imaginar o que acontece em torno do ouvinte ao mesmo tempo em que a mensagem é transmitida pelo rádio. Ele pode estar dirigindo, atento ao trânsito, preocupado com o motoqueiro que passa em alta velocidade e com os demais motoristas que tentam tomar-lhe a frente. Luminosos, cartazes, pichações e pessoas atravessando a rua desviam-lhe o olhar. Outra situação: o ouvinte está sentado, no escritório. Diante dele, o computador recebe dezenas de mensagens eletrônicas a cada minuto. O telefone toca; a secretária aparece, lembrando o compromisso de logo mais, e os colegas debatem a campanha que está para ser lançada. Em meio a essa avalanche de informações, lá está o locutor, esganiçando no rádio, tentando ser mais interessante que tudo isso junto. Não é mesmo tarefa fácil enfrentar tamanha conspiração. Pode parecer mais simples dar de ombros ao rádio e buscar outros meios de comunicação. A televisão, por exemplo, seduz pela imagem, "obrigando" o público a parar diante dela. A internet cativa pela interatividade. O jornal permite que se leia e releia a notícia, até que seja compreendida. Comunicar é tornar comum, ligar e unir, entre tantos outros sentidos encontrados nos dicionários. Para aproximar emissor e receptor, com o rádio como meio de transmissão, é fundamental trabalhar para que todos os elementos do processo de comunicação tendam para um ponto em comum tornando a informação mais convincente, mesmo que o ouvinte não tenha memória de elefante.
Por Elaine Martins da Silva segunda-feira, 13 de abril de 2009 >Agora até MP3 é High Definition. Será que vai pegar?
Você já reparou que tudo agora é High Definition? TV, DVD, até o YouTube. É claro que o formato mais popular de áudio não poderia ficar de fora. Pois é, quando olhei para a sigla MP3HD fiquei pensando: “Não pode ser! MP3 High Definition?Como?”. Bom, depois de muita pesquisa e leitura, agora posso dizer que sim, MP3 ganhou sua versão de alta definição!
A Thompson, uma das empresas co-criadora do formato MP3, anunciou no mês passado o lançamento do mp3HD. Este novo formato promete fazer a compressão dos arquivos de música sem perda na qualidade como acontece com o MP3 tradicional.
Lossless ou lossy, qual a diferença?
Você já deve ter lido, em algum lugar, os termos lossless e lossy, principalmente se já teve a curiosidade de pesquisar sobre formatos de músicas digitais. Você sabe o que eles significam?
Lossless é uma palavra em inglês, que significa “sem perda”. Como você já deve ter percebido, o novo mp3HD é um formato de áudio lossless, a perda de informações é muito pequena, ou não existe, quando um arquivo é convertido para essa nova extensão.Lossy, por sua vez, é aquele formato que descarta muitos dados no momento da conversão, que é o caso do MP3.A perda de informações e dados que é citada ao longo do artigo é exatamente perder conteúdo da música. Por exemplo, se você pegar uma música que esteja no formato WAV com 30 MB e convertê-la para MP3, vai notar que seu tamanho irá diminuir significativamente. Mágica?!Antes fosse! A grosso modo, pode-se dizer que o MP3 corta as partes inúteis da música, deixando apenas as frequências perceptíveis pelo ouvido humano. Isto permitiu que os arquivos ficassem menores, pois não há “excesso de informações”, apenas o que realmente interessa. Mas ainda assim, a informação é perdida, pois não há como recuperá-la.
O MP3HD
Como a ideia surgiu
A grosso modo, pode-se dizer que o MP3 corta as partes inúteis da música, deixando apenas as frequências perceptíveis pelo ouvido humano. Isto permitiu que os arquivos ficassem menores, pois não há “excesso de informações”, apenas o que realmente interessa.No entanto, para quem trabalha com música, seja fazendo mixagens ou qualquer outro tipo de trabalho, a “perda” de informações pode ser um problema, pois dependendo da mudança feita pode ser que o áudio fique muito distorcido. Por esse e outros motivos, muitas pessoas não aderiram ao formato MP3, preferindo assim ficar com o FLAC ou o OGG da Vorbis.A Thompson pensou então em criar uma “variação” do MP3 que não tivesse esta perda de informações, surgindo assim o mp3 de alta definição.
Como isso é possível?
A grande sacada por trás do mp3HD é que ele é um arquivo MP3 comum, com algumas informações adicionais em sua Tag ID3. A Tag ID3 é quem permite que você armazene informações como título da música, artistas, álbum, número da faixa ou qualquer outro dado pertinente ao arquivo dentro dele próprio.
Primeiro as vantagensAlém de não cortar informações das músicas, os arquivos no formato mp3HD são totalmente compatíveis com softwares e hardwares que reproduzem arquivos no formato tradicional de MP3. Caso o aparelho usado não tenha suporte para o novo formato, ele irá simplesmente ignorar as informações adicionais e executar o arquivo normalmente com os dados que lhe são compatíveis.A segunda vantagem é a qualidade das músicas e arquivos de áudio no novo formato, muito superior ao “velhaco” MP3. Mas, infelizmente, nem tudo são flores. Como toda novidade, esta também tem lá suas desvantagens.
Agora, as desvantagens
A primeira grande desvantagem do novo formato diz respeito ao custo dos decodificadores e também dos codecs. O preço dos decodificadores ficará em torno de US$0,75, enquanto que os codecs podem variar de US$2,50 até US$5,00.Como segunda desvantagem podemos citar o tamanho dos arquivos. Como todo e qualquer dado que você armazena no computador ocupa espaço, com as músicas não seria diferente. Uma música de aproximadamente quatro minutos tem entre 18 e 24 MB. Sim, é bem pesado, mas ainda assim é mais leve do que o conhecido WAV, e a qualidade de som é incomparável, segundo relatos de alguns usuários.
Como executar o novo formato
Os players de áudio ainda não estão preparados para reproduzir o formato mp3HD, exceto por um deles. O Winamp (ainda bem que sempre tem um apressadinho) já possui um plugin disponível para download que promete executar os arquivos de áudio extraindo todas as informações neles contida e reproduzindo com qualidade superior.
Além disso, no site All4mp3.com é possível encontrar um codificador e um decodificador para que você possa converter suas músicas e aproveitar o que há de melhor nelas. Os programas ainda estão em fase de teste e, por enquanto, ainda estão disponíveis gratuitamente. Os aplicativos possuem suas versões também para os usuários de Linux e Mac OS X. Vale lembrar que os programas funcionam apenas por linha de comando.
Vale mesmo a pena?
E agora, será que vale mesmo a pena converter todas as suas músicas para o formato de alta definição do MP3? É difícil dizer, pois a nova extensão ainda não está bem conhecida na Internet e outros meios.
Há quem diga que a ideia não irá vingar e que o mp3HD cairá no esquecimento, como aconteceu com o MP3 5.1. Com o preço dos HDs e dispositivos de armazenamento caindo a cada dia, e a capacidade sempre aumentando, o problema de espaço em disco não seria uma desculpa tão boa assim para não aderir ao novo formato.O fato de ser necessário pagar um taxa para obter codecs e codificadores para mp3HD talvez seja o motivo mais usado pelos usuários para não utilizar a extensão.É grande o número de adaptações necessárias para que todos os meios suportem e executem os arquivos em um novo formato, mas se a qualidade realmente for superior à do MP3 convencional, talvez valha a pena! Que dúvida não?!
Finalizando...
Bom pessoal, o artigo vai ficando por aqui. Eu espero que este novo formato dê certo, mas que não elimine definitivamente o MP3 convencional. E vocês, o que acham? A moda de High Definition parece ter dado certo para a maioria dos meios em que foi usada, mas será que MP3 em alta definição vai pegar?
O PÓS-MODERNISMO NAS HISTÓRIAS EM QUADRINHOS Afrânio Garcia (UERJ)
INTRODUÇÃO
Os últimos vinte e cinco anos do século XX podem muito bem ser chamados de “era da desilusão”. Após um começo de século em que se tinha grandesesperanças na guerra, veio um meio de século em que se tinha grandesesperanças na paz, culminando com o tempo dos hippies, do “flower power” e do “paz e amor”. A partir dos anos setenta, porém, perdeu-se a esperança num futuro brilhante e passou-se a viver exclusivamente para o presente, procurando apenas nos adaptar e habituar a viver com as imperfeições, erros e misérias que a vida nos destina, desde as pichações nos muros até o tráfico de drogas desenfreado, praticamente em todas as grandes cidades do mundo.Nesse contexto, as histórias em quadrinhos tiveram que se modificar, já que um herói tornou-se uma coisa inviável num mundo em que o indivíduo significa muito pouco (e a propaganda insiste em apresentar o indivíduo como algo ainda mais insignificante) e há muito pouca aventura possível para aqueles que não controlam o poder. Assim sendo, as histórias em quadrinhos pós-modernas mostram: violência desenfreada; ignorância e escatologia, impotência e servidão, o nada do fim do nosso século.
ULTRAVIOLÊNCIA: RANXEROX E LOBO
A ultraviolência é talvez a característica mais marcante dos heróis das histórias em quadrinhos depois de 1980. Isso é facilmente explicado pela falência da sociedade civil e pelo descrédito do cidadão comum na lei, que é vista por ele apenas como algo que pode prejudicá-lo, nunca ajudá-lo. Nesse tipo de sociedade, a única garantia que o cidadão tem é a que ele impõe, pelo uso da violência (uma realidade tanto para quem mora no Bronx quanto no Jacarezinho, por exemplo). Mas essa mesma sociedade chegou a um gigantismo tentacular, onde o uso da violência, embora seja a única solução possível, não constitui solução para os problemas, já que eles também são imensos, resumidos na frase cínica, que constantemente aparece em filmes: “Prender para quê? Outros virão ocupar o lugar deste; o que não falta é bandido.” Desse modo, o herói violento não tem objetivos, ou quando os tem, é apenas de se livrar dos seus problemas imediatos; ou ainda, ele é parte do problema, usando a violência não para se defender ou para defender os direitos do cidadão, mas por ser uma pessoa violenta, incontrolável, um psicopata homicida.Dois exemplos extremos desse “herói ultraviolento” são Ranxerox e Lobo. Ranxerox é um psicopata bestial, que usa óculos de mergulho o tempo todo, amante de uma menininha de 10 ou 11 anos, que resolve todos os seus conflitos e aborrecimentos simplesmente matando ou mutilando aqueles que lhe causam a mínima perturbação (numa de suas histórias, em quatro páginas ele matou ou mutilou seis pessoas e um macaquinho). Lobo é uma paródia psicótica de Volverine, responsável por colocar sua primeira professora numa cadeira de rodas. Em todas as histórias, ele mata alguém por motivos tão banais e de uma forma tão estúpida que chega a ser cômico, justamente a intenção de seus criadores: criar um psicopata assassino irresistivelmente engraçado. Ambos revelam a impotência infinita do ser humano na sociedade atual: capaz de matar todo mundo, mas incapaz de provocar a mínima mudança (ou assim nos querem fazer crer) no mundo em que vive.
Numa outra vertente da ultraviolência, temos os quadrinhos produzidos por Mathias Schultheiss, em que a violência aparece como denúncia do triste estado de corrupção e opressão dos regimes ditatoriais, principal-mente aqueles do terceiro mundo, em que a vida humana e os sentimentos não valem nada. Uma página publicada na revista Animal nº 19 retrata bem esse estado de coisas, com um quadrinho em que o ditador aparece em meio ao seu luxo assassinando uma jovem, seguido de uma série de quadrinhos que mostram um homem sendo torturado em primeiro plano e uma mulher sendo estuprada no segundo plano, ambos pelas forças policiais, as quais seriam destinadas a garantir a lei.
A ESTUPIDEZ GLORIFICADA GROO E TWOSTUPID DOGS (DOIS CACHORROS BOBOS)
A história em quadrinhos é uma vitoriosa entre todas as classes, mas principalmente o é entre os excluídos. Alijados da cultura, obrigados a assistir uma televisão de baixíssima qualidade, freqüentando escolas totalmente abandonadas pelo poder público, onde o tráfico, muito mais que o saber, é quem manda, a grande maioria dos leitores de história em quadrinhos é extremamente ignorante, pouco mais que analfabetos, não tendo praticamente nenhuma noção do mundo que se estende além de suas redondezas, nem tampouco qualquer outro tipo de experiência artística (salvo por subprodutos para consumo fácil das massas, como o rap, o funk, o pagode e a novela).Para agradar essa clientela, as empresas que lidam com histórias em quadrinhos (uma indústria que movimenta milhões de dólares, quiçá bilhões) passaram a produzir (conscientemente ou inconscientemente) revistas voltadas especificamente para este tipo de público, ignorante, mal-educado, vivendo em condições sub-humanas e sem higiene, tendo como protagonistas heróis estúpidos e grosseiros, perfeitamente identificáveis com seus leitores.Os dois exemplos mais marcantes desse tipo de histórias em quadrinhos são Groo e Two Stupid Dogs (em português, Dois Cachorros Bobos), este último uma história em quadrinhos oriunda de um desenho animado. Groo é a saga de um bárbaro completamente idiota, absolutamente ridículo com seu capacete de chifres curtinhos encimando um rosto enorme, capaz de dizer frase tão estúpidas como: “Quando Groo protege alguém, a pessoa fica protegida, mesmo que tenha que morrer por isso” (lembra um pouco um ex-presidente brasileiro, não?). Two Stupid Dogs são de um humor absurdo, tão grande é sua estupidez. Um dos desenhos que passam na televisão conta uma história em que os dois cães perdem uma moedinha, que vai parar no supermercado, onde “cachorros não podem entrar”. A partir daí, eles economizam uma fortuna, dão a volta ao mundo e fazem mil peripécias até conseguirem entrar no supermercado e recuperar sua moedinha, saindo satisfeitos e vitoriosos no final. A desproporção entre o valor da melodinha e o esforço dispendido é tamanha que nos faz rir, mesmo considerando a história profundamente tola. Outra característica de Two Stupid Dogs é a escatologia, com profusão de melecas, catarros, cuspe e urina em quase todos os episódios da série.Outros exemplares dessa vertente são Família Grunt (com melecas, pelos, e até fezes constantemente em cena); Beavis & Butthead (estúpidos, grosseirões e pervertidos) e Geraldão (a escatologia e a baixaria no nível nacional).
O HERÓI EXILADO DO MUNDO SPAWN E SILVER SURFER (SURFISTA PRATEADO)
Num mundo em que o heroísmo não tem mais lugar, em que o sentimento de impotência do indivíduo diante de coletividades e corporações tentaculares é opressivo, resta ao herói bem pouco espaço para existir. Neste mundo desindividualizado, o herói passa a ser um exilado, um “outcast”, um ser marginalizado, já que a sociedade pós-moderna não lhe possibilita o exercício de seu heroísmo.Neste sentido, o herói pós-moderno assemelha-se ao herói romântico, nessa perspectiva escapista que ambos possuem, de viverem num mundo só deles, distante do mundo real. Dois exemplos bem marcantes deste herói exilado do mundo são Spawn e Silver Surfer (em português, Surfista Prateado).Spawn, forma abreviada de Hellspawn (ova do inferno) é um assassino da CIA que, ao morrer, fez um acordo com Malebolgia (um dos principais demônios do Inferno, encarregado de arrebanhar legiões para a futura batalha entre as forças do Bem e do Mal), através do qual ele se tornaria um Hellspawn em troca do direito de retornar ao mundo dos vivos para rever sua amada esposa, Wanda. Como parte do acordo firmado entre ele e Malebolgia, Spawn deve matar pessoas extremamente perversas e corrompidas (num total de dez mil, para cumprir sua missão), para que elas venham a ser parte do exército do Mal, fazendo dele uma das personagens mais interessantes da história da literatura (comparável ao Dom Quixote de Cervantes e ao nosso Policarpo Quaresma), visto que, ao cumprir sua missão, matando os piores criminosos que encontra, ele torna-se, ao menos no plano terreno, um “Diabo do Bem”. Só que Malebolgia o engana e o faz voltar como um morto-vivo, um ser feito de matéria em decomposição envolta por uma capa infernal, e anos depois de sua morte, quando Wanda já casara com outro e tivera uma filha, Cyan. Assim sendo, Spawn vive no mundo dos vivos, sente intensamente como um ser vivo, ama e odeia como um ser vivo, mas não é realmente parte do mundo dos vivos, já que está morto e sua aparência é repugnante, fazendo-o esconder-se das pessoas e refugiar-se no beco onde moram os mendigos, que o aceitam sem maiores problemas, uma vez que eles também são exilados do mundo. A odisséia e o sofrimento do Spawn refletem, de uma certa maneira, a odisséia e o sofrimento do mundo pós-moderno, em que os sentimentos e o heroísmo se perdem em meio às solicitações titânicas das corporações que nos dominam, tornando a vida algo que desejamos, mas não podemos atingir.Silver Surfer, o Surfista Prateado, é um militar jovem e bonito de um planeta muito distante, que amara a rainha casada deste planeta (uma retomada do triângulo amoroso tradicional do Rei Arthur/Guinevere/Lancelot) e fora por ela correspondido. Requisitado por um ser de extrema força e poder, Gallactus, destruidor de mundos, ele passa a servi-lo, encarregando-se de escolher mundos desabitados para que Gallactus os destrua, ocasionalmente lutando com Gallactus ou outros vilões para que mundos habitados não sejam destruídos. Os dois protagonistas da história, o Surfista Prateado e Gallactus, têm uma ligação inexplicável, marcada por uma grande intimidade e por uma absoluta ausência de comunicação. Gallactus, cujo nome lembra a Via Láctea, é uma personagem complexa e multifacetada, podendo ser interpretada ora como a Natureza indiferente a valores humanos ou morais, ora como o Deus terrível e violento do Velho Testamento, que tem de ser obedecido a todo custo, ora ainda como o pai omisso e repressor das classes menos favorecidas, explodindo sua frustração e irrealização em ataques de fúria dirigidos aos filhos (talvez a melhor interpretação). Já o Surfista Prateado simboliza o próprio exílio do ser humano na nossa sociedade, tendo que deixar todos seus afetos e sentimentos num planeta distante (talvez a infância), restando-lhe um único sentimento: a saudade, a nostalgia.Outros heróis que expressam este sentimento de exílio do ser humano num mundo indiferente e opressivo são os Ex-Men, mutantes excluídos pela sociedade normal (o Establishment) que os teme e inveja, enviando contra eles robots monstruosos, os Sentinelas (note-se como o mundo desumanizado das máquinas, opõe-se ao mundo humano, ou super-humano, dos mutantes, sempre capazes de heroísmo e sentimentos). Existe inclusive um episódio em que Rogue (em português, Vampira), desiste do mundo e vai viver entre os mendigos, e um outro episódio em que Storm (em português, Tempestade) se lembra de seu ex-amor homossexual, uma oriental, que estaria vivendo como mendiga. A inserção dos heróis no universo dos mendigos, arquétipos dos excluídos, exemplifica a condição de exilados do mundo do herói pós-moderno.
OBSERVADORES E SABEDORES À ESPERA DO RENASCIMENTO: WATCHMEN E CAGLIOSTRO
Mas a esperança no futuro não foi absolutamente abandonada nos heróis das histórias em quadrinhos pós-modernos. Embora o último quarto do século XX possa justificar o verso de Drummond, “agora é tempo de fezes e maus poemas”, o autor de histórias em quadrinhos, conscientemente ou inconscientemente, crê na possibilidade de um Renascimento em um tempo futuro e apresenta vários arautos deste Renascimento. Em Wathcmen, uma série de enorme sucesso, um grupo de heróis se intitula os Watchmen (aqueles que observam) e, ao mesmo tempo que questionam a finalidade e o ridículo de um grupo de heróis fantasiados e mascarados no mundo atual, freqüentemente reiteram que eles são os Watchmen, que estão a observar, esperando o momento certo de agir. Em Spawn, existe uma personagem enigmática, mas profundamente simpática e otimista, que parece saber tudo sobre o passado e o futuro do Spawn, cujo nome é Cagliostro, um nome típico do Renascimento. Também é sintomático que The Teenage Mutant Ninja Turtles (em português,as Tartarugas Ninja) tenham os nomes de grandes artistas do Renascimento.Esses personagens, que tudo sabem e nada fazem, sempre à espera de um Renascimento que virá, retratam nossas frustrações e esperanças num mundo em que o indivíduo é, cada vez menos, parte integrante na construção da sociedade à qual pertence.
UM HERÓI NO TEATRO DO ABSURDO DO MUNDO THE MAXX
Neste mundo absurdo, em que o indivíduo não participa do seu destino, um herói extremamente carismático e absurdo surge, como uma metáfora hiperbólica do escapismo e da resistência dos valores humanos num sociedade desumanizada: The Maxx. Um herói de difícil compreensão (tanto assim que seu autor levou anos até que alguma editora sequer lesse sua idéia), The Maxx é a história de um herói superforte, meio-homem, meio-coelho, que é, na verdade, a imagem de sonho do coelho de pelúcia de uma garotinha. Esse herói, que costuma resolver seus problemas geralmente através da violência (mas não a ultraviolência de um Ranxerox ou Lobo), é paradoxalmente uma representação dos valores humanos infantis e sua negação, como que a dizer que, no mundo pós-moderno, os sentimentos puros dos sonhos de uma garotinha só prevalecerão se ela puder se valer da violência e da falta de sensibilidade para que eles se façam sentir. Uma visão cínica, profunda e comovedora da infância no final do século XX, que revolta, enoja e emociona. Uma história em quadrinhos ao mesmo tempo horrível e maravilhosa!
A ARTISTICIDADE E A FILOSOFIA ONDE A ARTE E A FILOSOFIA SE FORAM: SPAWN E AGEOF APOCALIPSE
Duas características que saltam à vista nas histórias em quadrinhos pós-modernas é sua extrema artisticidade e a profundidade da filosofia que ocasionalmente se derrama em suas páginas. Dois exemplos servem para mostrar bem essas características: Spawn, sem dúvida a revista mais bem escrita e melhor produzida artisticamente da atualidade, e Age of Apocalipse, uma série fictícia dentro da própria ficção (bem pós-moderno), em que se narra como seria o mundo dos Ex-Men se seu arqui-inimigo, o Apocalipse, tivesse conseguido vencer os Ex-Men.Em Spawn, as imagens diabólicas do Inferno, de Malebolgia, dos entes maléficos que são atraídos pelo Spawn e por sua capa (vermes, lobos, ratos, abutres, etc.), aproximam-se da expressividade de um Hieronimus Bosch, ao passo que as imagens que expressam os sentimentos de amor, família, amizade e companheirismo, envolvendo Wanda, o marido e Cyan e a dupla de detetives trapalhões, exprimem quase tanta beleza quanto um Magrite, um Matisse ou um pré-Rafaelita. Some-se a isso um discurso muito bem escrito e teremos uma obra que em muito se aproxima de uma obra-de-arte. Algumas vezes, parece mesmo que o efeito artístico era a preocupação principal do autor, como é o caso da página final da revista Spawn nº 43, em que as imagens estão dispostas rigorosamente de acordo com as técnicas de Ikebana (arranjo floral japonês): sobre um fundo negro, no terço superior da página, ao centro, o som de um disparo, BLAM, em letras capitais e itálico, na cor branca; no terço médio da página, à esquerda, em letras pequenas, também na cor branca, em letras capitais e em itálico, a frase “ANOTHER BLACK ROSE BLOOMS IN HELL TONIGHT” (em português, “Uma outra rosa negra floresce no Inferno esta noite”); por último, no terço inferior da página, à direita, cinco manchas de sangue em vermelho em tamanhos decrescentes. Simplesmente magnífica, superior a nove entre dez dos quadros que são exibidos em exposições atualmente.Já em Age of Apocalipse, a construção de um clima através das imagens, a maneira como a imagem sublinha o texto e vice-versa, o uso profuso de recursos cênicos e teatrais na disposição e no tamanho dos quadrinhos, chegam a configurar, se não um trabalho de nível artístico, ao menos um artesanato altamente elaborado e sofisticado. Para citar apenas um exemplo, existe uma página em Weapon X nº 3, May 1995, em que à tradicional figura de efeito do homem sozinho (no caso, Wolverine) a andar na vastidão gelada, dividida em três painéis verticais, com visão de média distância, close e panorâmica, seguem-se dois painéis horizontais com os olhos da personagem em close, inicialmente centrados, em atenção e tensos, em seguida virando-se para o lado, onde se ouve o barulho de um engatilhar (click click) e de algo se partindo de leve (snikt), enquanto uma frase atribuída a Billy (William) Burroughs, um dos papas da contracultura americana, autor de “The Naked Lunch”(em português, “O Almoço Nu”), surge: “Paranoia is simply knowing the truth” (em português, “Paranóia é simplesmente saber a verdade”). Truques artísticos e teatrais dignos de um Hitchcock, em apenas uma página de história em quadrinhos. Infelizmente, a limitação temática não permite maiores vôos filosóficos, mas as histórias em quadrinhos já abordaram, ainda que tangencialmente, alguns dos grandes problemas filosóficos, como é o caso da relação entre aparência e essência, como na relação entre Spider-Man (em português, Homem-Aranha) e Venom, em que a “casca” do Spider-Man, seu uniforme, torna-se um ser vivo, Venom, fazendo-o duvidar de qual seria seu verdadeiro eu: Spider-Man ou Venom.Embora a história em quadrinhos ainda não tenha alcançado a grandiosidade da verdadeira arte ou a profundidade da verdadeira filosofia, suas imagens e textos chegam muitas vezes bem próximo, sendo que geralmente chegam muito mais próximo da arte e da filosofia do que aqueles que se pretendem artistas e filósofos neste fim-de-século. Estamos, juntos com Cagliostro, os Watchmen e grande parte dos heróis dos quadrinhos, ansiosos à espera do Renascimento!